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Pesquisadores retomaram a busca submarina pelo avião desaparecido de Amelia Earhart em Nikumaroro, após o mau tempo interromper os trabalhos por três dias. A equipe está examinando uma formação na lagoa que pode ser destroços, mas sua identidade ainda é incerta.
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A busca pelo avião desaparecido de Amelia Earhart foi retomada em um remoto atol do Pacífico depois que o mar agitado e os ventos fortes mantiveram os pesquisadores a bordo da embarcação por três dias.
A equipe investiga uma formação subaquática conhecida como Taraia Object, na lagoa de Nikumaroro, parte de Kiribati. A Universidade Purdue e o Archaeological Legacy Institute, dos Estados Unidos, lideram a expedição, que busca determinar se o objeto pode ser destroços de uma aeronave.
Os pesquisadores começaram um levantamento subaquático depois de chegar na semana passada. A próxima fase envolve sondar objetos submersos para medir sua profundidade e dragar sedimentos. A integrante da expedição Sirisha Bandla disse que a equipe conseguiu desembarcar na ilha depois que o tempo melhorou no domingo e estava “really excited” para continuar. A equipe prolongou sua estadia para compensar o atraso. [1]
A busca se baseia na teoria de que Earhart e seu navegador, Fred Noonan, chegaram a Nikumaroro depois de desaparecerem em 1937, quando tentavam alcançar a Ilha Howland. Defensores da teoria dizem que Earhart pode ter feito um pouso forçado na água e morrido como náufraga. Imagens do Taraia Object, que, segundo a Universidade Purdue, aparece em fotografias que datam de 1938, parecem mostrar uma possível aeronave pequena em águas rasas. Outros exploradores continuam céticos; alguns acreditam que pode ser uma árvore caída na lagoa. [1]
Nenhuma evidência promissora foi relatada até agora. Buscas anteriores também produziram pistas falsas: uma formação detectada por sonar, que em 2024 se pensou ser o avião de Earhart, foi posteriormente identificada como uma formação rochosa, enquanto uma expedição de 2019 não encontrou nada em um local próximo a Nikumaroro onde se suspeitava haver um trem de pouso. [1]
O atraso causado pelo tempo refletiu os riscos de chegar à lagoa, cujo acesso é possível apenas por uma estreita abertura no recife. A Universidade Purdue disse que rajadas de até 27 nós (31 mph) poderiam empurrar o barco de transporte contra o recife. Os resultados da expedição ainda não foram anunciados; o diretor do Archaeological Legacy Institute, Rick Pettigrew, disse que a equipe os divulgará “as soon as we are able”. [1]
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