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O TPI afirma que o contrato com a AXA foi encerrado por acordo mútuo; segundo relatos, a AXA citou riscos ligados às sanções dos EUA.
O que mudou? · 01/10/2026, 15:50 UTC
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O Tribunal Penal Internacional (TPI), em Haia, está se preparando para a possibilidade de novas sanções dos EUA, substituindo softwares e tomando medidas de contingência para serviços essenciais e o pagamento dos funcionários, segundo reportagem da ANP publicada pelo Nieuws.nl em 25 de setembro de 2026. [1]
Citando o Financial Times, a ANP informou que o tribunal havia substituído softwares da Microsoft pelo software alemão openDesk. O relato não identifica os produtos envolvidos, não afirma que todos os produtos da Microsoft foram substituídos nem indica que a Microsoft tenha retirado o acesso. [1]
A procuradora-adjunta Nazhat Shameem Khan disse ao Financial Times que o tribunal estava criando uma margem de segurança contra os efeitos das sanções. Segundo o relato da ANP sobre as declarações dela, o TPI passou o último ano adaptando sistemas e buscando soluções alternativas para o seguro-saúde e os serviços bancários.
O tribunal também pagou os funcionários com meses de antecedência para limitar problemas na folha de pagamento, informou o Financial Times, segundo a ANP. O relato não especifica quantos meses foram cobertos nem quais funcionários receberam pagamentos antecipados. [1]
Os Estados Unidos, que não são parte do TPI, impuseram sanções individuais a 13 funcionários do tribunal, incluindo Khan e vários juízes, informou a ANP. [1]
A ANP também citou uma reportagem da Reuters daquela semana, segundo a qual o governo dos EUA estava preparando sanções adicionais e as anunciaria em breve. O relato não informa possíveis alvos, detalhes das medidas ou uma data definida para o anúncio, e não estabelece que essas sanções adicionais tenham sido impostas. [1]
O contrato do Tribunal Penal Internacional com a seguradora francesa AXA foi encerrado em 1 de outubro por acordo mútuo, disse um porta-voz do TPI à Reuters. O porta-voz não informou o motivo da decisão. [3]
O Financial Times informou que a AXA citou riscos decorrentes da aplicação de sanções dos EUA além das fronteiras do país, além de um ambiente internacional de negócios cada vez mais difícil. A Reuters disse que a AXA não respondeu imediatamente ao seu pedido de comentário.
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O tribunal disse que usaria um novo prestador de seguro-saúde, mas não quis identificar a empresa. [3]