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Três sobreviventes querem medidas para reter passaportes depois que Amar Ilyas foi para o Paquistão enquanto estava em liberdade provisória e foi condenado a 27 anos à revelia.
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Três mulheres vítimas de abuso por Amar Ilyas pediram medidas mais rigorosas para impedir que réus deixem o país enquanto estão em liberdade provisória. Ilyas viajou para o Paquistão em julho de 2025 e não voltou para o julgamento, em setembro daquele ano. Ele foi condenado no Tribunal da Coroa de Sheffield por estupro e outros crimes sexuais contra cinco vítimas e sentenciado a 27 anos de prisão à revelia em 22 de junho de 2026. A BBC informou em 7 de outubro que ainda havia um mandado de prisão em aberto. [1] [2] [3]
As mulheres disseram à BBC que se sentiam traídas e frustradas. Uma delas propôs que os passaportes dos réus fossem retidos para impedir que deixassem o país durante os processos. A BBC informou que Ilyas havia ficado com o passaporte e que não houve pedido para que o entregasse quando sua defesa solicitou liberdade provisória. Também informou que ele já havia viajado para o exterior enquanto estava em liberdade provisória e retornado. [1]
As diretrizes atuais do Serviço de Promotoria da Coroa dizem que as condições da liberdade provisória devem ser necessárias e proporcionais e que o risco de o réu não comparecer deve ser avaliado individualmente. Elas não esclarecem por que Ilyas ficou com o passaporte: as diretrizes foram atualizadas depois de sua saída, e os registros da decisão e da audiência anteriores sobre a liberdade provisória não estavam disponíveis. [5]
O governo disse à BBC que as decisões sobre restrições à liberdade provisória cabem ao Judiciário independente. Phillip Marshall, chefe da Operação Stovewood da Agência Nacional contra o Crime, disse que os agentes estavam realizando investigações para localizar Ilyas e continuavam determinados a garantir que ele cumpra a pena. [1]
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