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A Comissão Europeia e a França expressaram solidariedade à Estônia depois que o país atribuiu a serviços especiais russos um incêndio em uma empresa de defesa. Ambas disseram que o apoio à Ucrânia continuaria.
O que mudou? · 29/09/2026, 13:43 UTC
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O governo da Estônia afirmou em 29 de setembro que seu Serviço de Segurança Interna havia concluído que serviços especiais russos encomendaram o incêndio em um prédio usado pela Milrem Robotics no distrito de Lasnamäe, em Tallinn. O primeiro-ministro Kristen Michal disse ter plena confiança nessa avaliação. O incêndio começou na noite de 14 para 15 de agosto, foi controlado e não deixou feridos. [1] [3]
O serviço de segurança da Letônia deteve três cidadãos letões suspeitos de cometer o incêndio criminoso. Eles foram entregues à Estônia em setembro. Em 22 de setembro, os suspeitos estavam detidos sob suspeita de danificar e destruir propriedade; o promotor disse que a classificação jurídica poderia mudar à medida que a investigação prosseguisse. [1] [2] [5]
A Milrem fabrica veículos terrestres não tripulados fornecidos à Ucrânia. Seu diretor-executivo disse à Reuters em agosto que o incêndio não havia afetado a produção, as cadeias de suprimentos nem os cronogramas de entrega. [1] [6]
A investigação criminal continua. A Reuters informou em agosto que a embaixada russa em Tallinn não havia respondido imediatamente a um pedido de comentário quando a possível participação da Rússia foi mencionada pela primeira vez; Moscou nega regularmente acusações de sabotagem no exterior. [1] [8]
O porta-voz da Comissão Europeia, Christian Wigand, disse que Moscou tentava assustar a Europa para que reduzisse seu apoio à Ucrânia, mas insistiu que não teria sucesso. Ele respondia à acusação da Estônia de que serviços especiais russos encomendaram um incêndio ocorrido em agosto em um prédio de Tallinn usado pela Milrem Robotics, que fornece veículos terrestres não tripulados à Ucrânia.
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O presidente francês Emmanuel Macron expressou solidariedade à Estônia e disse que o apoio francês à Ucrânia não diminuiria. O primeiro-ministro sueco Ulf Kristersson classificou o incêndio como extremamente grave e o descreveu como parte de um padrão de ataques destinados a enfraquecer o apoio europeu à Ucrânia. [10] [11]