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A atriz de Hacks pediu que as pessoas olhem além das fotos de sua detenção em um protesto em Nova York e se concentrem na guerra em Gaza, criticando os dois principais partidos dos EUA por apoiarem Netanyahu.
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Hannah Einbinder pediu que as pessoas se concentrem na guerra em Gaza, e não nas imagens de sua detenção, depois que a polícia deteve a atriz de Hacks em um protesto contra o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, perto da sede das Nações Unidas em Nova York, em 24 de setembro. Susan Sarandon também estava entre os detidos antes do discurso de Netanyahu na Assembleia Geral. [3] [4]
Em uma declaração no Instagram reproduzida pelo TheWrap em 25 de setembro, Einbinder pediu que as fotos dela e de seus amigos sendo detidos chamassem atenção para o que chamou de “devastadora guerra genocida” de Israel contra as pessoas na Palestina e no sul do Líbano. O TheWrap informou que ela havia sido liberada antes de fazer a declaração. [2]
“Não confundamos o espetáculo com a história”, escreveu ela. Einbinder citou ataques de colonos, demolições de casas e bombardeios contra pessoas enquanto dormiam, e alegou que esses acontecimentos quase não recebiam cobertura da imprensa internacional. [2]
Ela também criticou líderes políticos dos EUA, argumentando que Washington tinha o poder de pôr fim às mortes e à tomada de terras que descreveu, mas, em vez disso, recebeu Netanyahu. Ela acusou tanto os republicanos quanto os democratas de viabilizá-lo e protegê-lo. [2]
A Jewish Voice for Peace organizou a manifestação, pedindo o fim do fornecimento de armas a Israel e do que descreveu como genocídio em Gaza. Os manifestantes bloquearam o trânsito na First Avenue com a 39th Street, e a polícia ordenou que deixassem o local por alto-falantes. A PIX11 informou que a primeira ordem de dispersão foi dada por volta das 12.30pm no horário local e que quase 100 manifestantes permaneceram no local. [3] [4] [5]
A Reuters informou que houve pelo menos 30 detenções, enquanto a PIX11 estimou em cerca de 100 o número de pessoas levadas sob custódia.
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Netanyahu rejeitou a acusação de genocídio em seu discurso na ONU em 24 de setembro, informou o The Times of Israel. [8] O caso movido pela África do Sul, que acusa Israel de genocídio, continua pendente na Corte Internacional de Justiça. A corte emitiu medidas provisórias em 2024, e não uma decisão final sobre o mérito do caso. [6] [7]