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O balanço de mortos divulgado pelo governador atualiza a contagem inicial de 53; outras 14 pessoas foram dadas como desaparecidas. Os dois lados divergem sobre quem estava no campo.
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O governador de Shabwa afirma que 58 pessoas morreram e mais de 200 ficaram feridas quando forças houthis atacaram, na segunda-feira, um campo de treinamento de segurança perto de Ataq, em meio à retomada dos combates no Iêmen. Awad bin al-Wazir também informou que 14 pessoas estão desaparecidas após o ataque ao campo de al-Alam. Os houthis reconheceram ter atacado o campo. [4] [3]
O governo provincial de Shabwa informou inicialmente que 53 recrutas morreram e mais de 200 ficaram feridos, em um balanço preliminar. Segundo o governo, eles eram novos integrantes das forças de segurança interna e treinavam no centro Mártir Ahmed al-Sulaimani, nos arredores de Ataq. O número de 58 divulgado posteriormente pelo governador atualiza essa contagem; o paradeiro dos desaparecidos permanece incerto. [2] [4]
Fontes ligadas às autoridades locais disseram à Reuters que três mísseis balísticos atingiram o local durante um exercício de treinamento. A Reuters verificou um vídeo de Shabwa que mostra pessoas feridas e corpos ensanguentados. Uma fonte médica do Hospital Geral de Shabwa disse ao jornal Arabian Sea Newspaper que o hospital havia recebido 20 corpos até o meio-dia e atendido dezenas de feridos — um número inicial de um único hospital, não o total de vítimas do ataque. [4] [6]
O porta-voz militar houthi Yahya Saree descreveu o alvo como um campo administrado por oficiais sauditas e disse que havia oficiais sauditas entre as vítimas. A AP informou que ele não apresentou provas dessa afirmação. As autoridades sauditas não comentaram de imediato. Já as autoridades provinciais descreveram as vítimas como recrutas da segurança. [3] [5] [2]
7 fontes listadas · explore evidências, limitações e procedência.
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O vice-governador de Shabwa, Fahad al-Khalifi, disse à AFP que os hospitais estavam sobrecarregados e que os feridos em estado mais grave haviam sido transferidos para Hadramout e Aden. Rashad al-Alimi, chefe do Conselho de Liderança Presidencial do Iêmen, prometeu uma “resposta firme”. O ataque ocorre após uma ofensiva iniciada neste mês por forças pró-governo para retomar territórios sob controle houthi no oeste do Iêmen, enquanto os combates continuam em várias frentes. [1]