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O vice-presidente chinês Han Zheng pediu na ONU o fim das ameaças de uso da força e das sanções contra Cuba, enquanto os EUA ampliam as restrições à ilha.
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Em discurso na sede das Nações Unidas, em Nova York, o vice-presidente chinês Han Zheng pediu o fim imediato das ameaças de uso da força contra Cuba e o levantamento do bloqueio e das sanções. Han não mencionou os Estados Unidos, mas a ANP, cuja reportagem foi publicada pelo Nieuws.nl em 26 de setembro, identificou Washington como destinatário do apelo. [1]
Han fundamentou seu apelo no respeito à soberania nacional. Disse que as grandes potências tinham uma responsabilidade especial pela paz mundial e também pediu que a soberania e a segurança dos países do Oriente Médio fossem respeitadas. [1]
Os EUA ampliaram as sanções contra Cuba neste ano. Uma ordem executiva de janeiro estabeleceu um processo para impor tarifas adicionais sobre mercadorias de países que fornecem petróleo a Cuba, sujeito a uma decisão presidencial. Uma ordem de maio ampliou os poderes de sanção e, em 17 de setembro, o Tesouro dos EUA incluiu três pessoas e oito organizações nesse programa. [2] [3] [4]
As regras dos EUA também permitem algumas vias condicionais para o fornecimento de petróleo, incluindo pedidos de licenças para revender petróleo de origem venezuelana destinado ao uso em Cuba. [6]
Quatro dias antes das declarações de Han, o presidente dos EUA, Donald Trump, disse à ONU que esperava que a liberdade chegasse a Cuba. Em outra passagem, afirmou que os EUA poderiam usar força militar para defender seus interesses no Hemisfério Ocidental. A CBS News informou que uma mensagem do Exército da Reserva solicitava informações sobre a possível disponibilidade de unidades para o Comando Sul. A CBS relacionou o pedido a Cuba com base em declarações de autoridades dos EUA não identificadas; a mensagem em si não mencionava Cuba nem emitia ordens de mobilização. [5]
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