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A acusação formal vem após a morte de Anna Yagi em um hotel de Naha e protestos contra a conduta das tropas americanas em Okinawa.
O que mudou? · 26/10/2026, 15:43 UTC
Produzido com pesquisa aprofundada por IA, redação baseada em fontes e correção linguística. As fontes e as incertezas acompanham o artigo.
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A polícia de Okinawa prendeu o cabo fuzileiro naval Devin Jacob Ballard, de 20 anos, nas primeiras horas de 4 de outubro, sob suspeita de roubo seguido de morte. Anna Yagi, de 39 anos, havia sido encontrada morta no dia anterior em um hotel de Naha. A polícia alega que Ballard a matou e roubou seus pertences; diz que ele nega a acusação. A Jiji Press informou que a autópsia concluiu que ela morreu por asfixia causada por estrangulamento. [5] [6]
O ministro das Relações Exteriores do Japão, Motegi, convocou o embaixador dos EUA, George Glass, em 4 de outubro para protestar contra o caso e exigir plena cooperação com a investigação. O ministro da Defesa, Koizumi, disse que também convocou o comandante das Forças dos EUA no Japão, Jost, para pedir cooperação, uma resposta à família de Yagi e medidas para evitar novos incidentes. Segundo as autoridades japonesas, Glass e Jost se comprometeram a cooperar com os investigadores. [2] [4]
O governador de Okinawa, Genta Koja, disse que o caso causou choque e medo entre os moradores que vivem perto das bases americanas. Ele afirmou que as medidas militares dos EUA para melhorar a disciplina e o treinamento após casos criminais anteriores não estavam funcionando de forma alguma. [8]
A polícia de Okinawa registrou 101 casos esclarecidos de infrações ao Código Penal envolvendo militares dos EUA, funcionários civis e seus familiares em 2025, ante 73 em 2024. O número correspondente de pessoas foi 80 nos dois anos, enquanto os casos na categoria separada de “crimes hediondos” da polícia caíram de oito para seis. Essas contagens não são condenações nem taxas ajustadas pela população: nem o aumento no total de casos nem a queda nessa categoria demonstram se as medidas de disciplina e treinamento funcionaram. [7]
A polícia de Okinawa prendeu o cabo fuzileiro naval Devin Jacob Ballard, de 20 anos, nas primeiras horas de 4 de outubro, sob suspeita de roubo seguido de morte. A polícia suspeita que ele tenha matado Anna Yagi, de 39 anos, em um hotel de Naha no dia anterior. A Okinawa Television informou que a carteira e outros pertences dela foram levados. Ballard, lotado na Estação Aérea do Corpo de Fuzileiros Navais de Futenma, nega a acusação, segundo um porta-voz da polícia citado pelo Stars and Stripes.
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Cerca de 100 pessoas se reuniram perto dos prédios do governo provincial em Naha, em 4 de outubro, para protestar contra o caso, segundo a Jiji Press. A BBC também informou sobre protestos em Tóquio. Ai Sato, moradora de Okinawa, disse à BBC que sua primeira reação foi ‘Not again’ e pediu medidas concretas para evitar novos incidentes. [12] [9]
O ministro das Relações Exteriores do Japão, Motegi, convocou o embaixador dos EUA, George Glass, e protestou contra o incidente. Segundo o Ministério das Relações Exteriores do Japão, Motegi pediu plena cooperação com a investigação, maior disciplina e medidas para evitar que o caso se repita. O ministério disse que Glass manifestou pesar pela perda de vidas e prometeu cooperar. Um porta-voz do Corpo de Fuzileiros Navais também disse que a corporação estava cooperando com as autoridades japonesas. [2] [5]
A polícia disse que Ballard estava sob custódia japonesa em 4 de outubro. Posteriormente, a TBS informou que ele havia sido encaminhado aos promotores de Naha; esse encaminhamento não significa que ele tenha sido considerado culpado. Okinawa concentra cerca de 70% *da área* das instalações militares dos EUA de uso exclusivo no Japão, segundo dados do Ministério da Defesa japonês relativos a janeiro de 2025. [5] [11] [15]
Os esforços anteriores de segurança ajudam a contextualizar o caso, mas não indicam se foram eficazes. O Ministério das Relações Exteriores do Japão disse que as forças dos EUA anunciaram verificações mais rigorosas, patrulhas e treinamento após casos de crimes sexuais em 2024; também registrou a conclusão, em 2026, de uma orientação revisada para novos integrantes. [13] [14] A polícia de Okinawa contabilizou 101 casos esclarecidos de infrações ao Código Penal envolvendo militares dos EUA, funcionários civis e seus familiares em 2025, ante 73 em 2024, enquanto os casos na categoria de crimes graves caíram de oito para seis. Esses números não são condenações nem taxas de criminalidade ajustadas pela população, e não demonstram o efeito das medidas de segurança. [7]
Em 25 de outubro, os promotores de Naha apresentaram denúncia contra o cabo fuzileiro naval Devin Jacob Ballard, de 20 anos, pela morte de Anna Yagi, de 39 anos, em um hotel de Okinawa. O fuzileiro naval dos EUA, que estava lotado na Base Aérea de Futenma, enfrenta uma única acusação descrita por emissoras japonesas como roubo seguido de morte.
O Stars and Stripes afirma ter recebido uma cópia da denúncia dos promotores. Segundo o relato do veículo, Ballard é acusado de enrolar o fio de um telefone em volta do pescoço de Yagi no hotel de Naha, em 3 de outubro, com a intenção de matá-la, e depois levar sua mochila, que continha uma carteira e outros pertences. Essas alegações ainda não foram examinadas pela Justiça.
A polícia disse que Ballard negou as acusações ao ser preso no dia seguinte. Os promotores não divulgaram se ele admite ou contesta a acusação, informou a Ryukyu Asahi Broadcasting.
O caso provocou protestos e renovou o escrutínio sobre a conduta militar dos EUA em Okinawa. A primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, disse que seu governo havia apresentado um forte protesto aos EUA. As forças americanas impuseram um toque de recolher de um mês às tropas na ilha após a prisão de Ballard. Um porta-voz da III Força Expedicionária de Fuzileiros Navais disse que os fuzileiros reconheciam a gravidade da acusação e continuariam a cooperar com as autoridades japonesas.