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George Russell afirma que a atualização mais recente da Mercedes representa um avanço considerável, mas rejeita a sugestão de que ela possa gerar um ganho de um segundo.
O que mudou? · 01/10/2026, 19:28 UTC
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O RacingNews365 Nederland informa que a Mercedes planeja levar uma atualização aerodinâmica substancial para seu W17 em Sepang neste fim de semana. Citando informações que obteve, a publicação afirma que as mudanças se concentram no assoalho, nos sidepods e em partes das asas. O objetivo é gerar mais pressão aerodinâmica nas curvas sem perder eficiência nas retas. [1]
Os autores da reportagem, Paolo Filisetti e Stefan Kerk, avaliam que os circuitos mais lentos e sinuosos favoreceram menos o W17 do que os trechos mais rápidos, nos quais atribuem méritos à unidade de potência e ao gerenciamento de energia do carro. O relato descreve o que a Mercedes espera melhorar, e não um ganho de desempenho já observado na pista. [1]
As peças mencionadas devem estrear neste fim de semana. Só então ficará claro se elas melhoram o desempenho do W17 nas curvas sem comprometer seu desempenho nas retas. [1]
Uma rampa mais reta nos sidepods do W17 agora se inclina em direção à traseira do carro, enquanto a carroceria desce até a altura das zebras antes das rodas traseiras. O assoalho também foi retrabalhado na região da garganta do difusor, alterando a distribuição de pressão na saída, informa o RacingNews365. [2]
A publicação estima que as mudanças nos sidepods e no assoalho poderiam gerar quase quatro por cento mais pressão aerodinâmica sem aumentar o arrasto. [2]
O RacingNews365 espera que as mudanças melhorem o equilíbrio do W17 e a tração na saída de curvas lentas, onde afirma que o carro tem faltado pressão aerodinâmica e tração. [2]
O piloto da Mercedes George Russell rejeitou a sugestão de que a mais recente atualização da equipe na Fórmula 1 pudesse valer até um segundo. O RacingNews365 apresentou esse número a ele após extrapolar uma estimativa anterior de desenvolvimento em túnel de vento que atribuiu ao diretor técnico da Mercedes, James Allison. A resposta de Russell foi “Não”.
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Em comentários publicados pelo RacingNews365 em 1 de outubro, Russell chamou o pacote de um grande avanço individual, devido ao longo intervalo desde a atualização anterior da Mercedes. No entanto, ao longo desse período, disse que ele representava um ritmo normal de desenvolvimento. O principal objetivo é acrescentar pressão aerodinâmica, e não mudar fundamentalmente o carro, mantendo o baixo arrasto que, segundo Russell, tem ajudado a Mercedes nas retas. [3]
Russell espera que as mudanças aproximem a Mercedes da frente do grid em circuitos que, segundo ele, foram difíceis para a equipe nas últimas seis corridas. [3]