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O cofundador da Ilmor, Mario Illien, afirma que os motores da F1 de 2026 dependem demais da potência elétrica, ecoando as preocupações de Max Verstappen com o gerenciamento de energia.
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Mario Illien afirma que as unidades de potência da Fórmula 1 de 2026 dependem demais da potência elétrica, o que torna o software e o gerenciamento de energia mais importantes para as corridas do que ele gostaria. O cofundador da Ilmor fez os comentários em uma entrevista publicada pela RacingNews365 em 28 de setembro. Ele apoia os motores híbridos e a recuperação de energia cinética, mas se opõe ao equilíbrio atual entre a potência elétrica e a de combustão. [1]
A RacingNews365 comparou a opinião dele às críticas de Max Verstappen durante os testes de pré-temporada no Bahrein. Verstappen havia dito que a necessidade de gerenciar a energia o impedia de acelerar ao máximo. Illien concordou que as opiniões dos dois eram parecidas e disse que havia chegado a essa conclusão antes de as novas regras entrarem em vigor. [1]
A RacingNews365 informa que a FIA trabalha para alterar a divisão entre potência de combustão e elétrica de 52/48 para 58/42 em 2027 e 60/40 em 2028. Illien espera que isso ajude um pouco, mas diz que preferiria o equilíbrio usado antes de 2026. [1]
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