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Um prefeito francês ficou ferido durante a visita a Taybeh. A Bélgica pressiona por sanções, enquanto a polícia israelense investiga quem realizou o ataque.
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Diplomatas europeus que visitavam Taybeh, na Cisjordânia ocupada, foram atacados no sábado enquanto agricultores palestinos colhiam azeitonas nas proximidades, segundo testemunhas e autoridades. O prefeito francês Bernard Baudoux, que acompanhava os visitantes, ficou ferido, e um veículo diplomático belga foi danificado. As Forças Armadas de Israel condenaram o que chamaram de “grave ato de violência” contra representantes diplomáticos, enquanto a polícia abriu uma investigação. [2] [4] [6]
Carros das missões francesa, belga e polonesa levaram diplomatas à aldeia, a leste de Ramallah. Testemunhas disseram à AFP que colonos foram impedir palestinos de colher azeitonas e que homens mascarados chutaram Baudoux, prefeito de 78 anos de Aulnoye-Aymeries, no norte da França. A AFP viu imagens dele caído contra um carro após o incidente; duas pessoas que falaram com ele disseram que não precisava de atendimento hospitalar. [2]
O padre de Taybeh, Bashar Fawadleh, disse à EFE que os catadores palestinos de azeitonas também foram atacados e que uma janela de um veículo consular belga foi quebrada. O ativista israelense Amit Orfali, citado pelo Haaretz em uma reportagem da ANP, disse que sete homens mascarados com porretes cercaram os veículos dos visitantes, golpearam-nos e ameaçaram matar o grupo. A sequência exata dos confrontos não foi estabelecida. [3] [1]
O ministro das Relações Exteriores da Bélgica, Maxime Prévot, disse que entre os alvos estavam o cônsul-geral belga, diplomatas franceses e poloneses e representantes católicos. A equipe belga estava em segurança, afirmou, acrescentando que seu país continuaria pressionando por sanções da União Europeia contra os responsáveis pela violência e seus apoiadores. [8]
As Forças Armadas de Israel disseram que a visita não havia sido coordenada com elas e que, segundo uma investigação preliminar, nenhum soldado estava no local durante o ataque. A polícia disse que buscava depoimentos e provas para identificar suspeitos. Mais tarde, o gabinete do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu pediu cautela ao atribuir responsabilidade individual, dizendo que as imagens do incidente não mostravam a sequência completa dos acontecimentos.
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