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Zelenskyy diz que os alertas sobre ataques russos com mísseis balísticos voltaram a funcionar após conversas com os EUA. Mas as negociações em Oslo não resultaram em um acordo de paz, e outras questões sobre o apoio americano continuam em aberto.
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O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskyy, reuniu-se com o enviado dos EUA Steve Witkoff, o primeiro-ministro da Noruega, Jonas Gahr Støre, e o presidente da Finlândia, Alexander Stubb, em Oslo, em 20 de outubro. Jared Kushner participou da conversa on-line. Støre classificou as conversas como construtivas, mas disse que o esforço diplomático ainda era “a work in progress”. Os líderes discutiram a segurança e o território da Ucrânia, além de sanções. Witkoff deveria levar propostas a líderes russos em São Petersburgo em 21 de outubro. [1] [2]
Após a reunião, Zelenskyy disse que a Ucrânia havia voltado a receber alertas antecipados sobre ataques russos com mísseis balísticos. Mais cedo naquele dia, ele havia conversado com o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, sobre os alertas, interceptadores de mísseis e conexões por satélite Starlink/Starshield. A declaração de Zelenskyy dizia respeito à função de alerta: não significava que as questões sobre o fornecimento de interceptadores ou o acesso aos satélites tivessem sido resolvidas. Ele manifestou esperança de avanços nessas questões, mas, segundo a Associated Press, disse que as restrições de velocidade ao uso do Starshield pela Ucrânia continuavam em vigor. [2] [3] [6] [7]
Os alertas haviam se tornado um ponto de discórdia depois que Zelenskyy disse que a Ucrânia não tinha recebido aviso prévio adequado sobre ataques russos recentes. Rubio negou que o presidente Donald Trump tivesse ordenado qualquer mudança no compartilhamento de informações de inteligência. Em declarações do Departamento de Estado publicadas pelo Forth, ele disse que, segundo o entendimento dos EUA, os problemas relatados nos dias 13 e 18 de outubro eram técnicos, embora reconhecesse que a questão ainda estava sendo examinada. Um dia antes, Rubio havia dito que não conseguia explicar um alerta então recente que não havia chegado. Sua negativa de que houvesse uma ordem para mudar a política não esclarece por que cada alerta deixou de chegar à Ucrânia. [4]
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A relação mais ampla continua tensa. Trump disse a repórteres na Casa Branca que queria que Zelenskyy fechasse um acordo com a Rússia; Zelenskyy manifestou preocupação de que uma decisão política possa ter retardado o apoio dos EUA. Rubio rejeitou a sugestão de que Washington estivesse retendo ajuda deliberadamente, dizendo que é preciso conciliar o fornecimento de interceptadores escassos com outras necessidades dos EUA e de seus aliados. [4] [7]
Støre disse que a visita planejada de Witkoff a São Petersburgo poderia levar a conversas entre líderes. Isso continua sendo uma possibilidade, não uma próxima etapa acordada: a Rússia ainda não respondeu às propostas. [1]