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O criador do Football Leaks, Rui Pinto, renovou as acusações sobre o papel de Gianni Infantino nos acordos de 2014 da UEFA com o Manchester City e o Paris Saint-Germain.
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Rui Pinto, o criador do Football Leaks, afirmou que o presidente da FIFA, Gianni Infantino, não devia ter «lugar no futuro do jogo». Os seus comentários foram publicados numa mensagem no X, noticiada pela BBC Sport em 30 September. [1]
Pinto renovou acusações noticiadas pela primeira vez em 2018 sobre o período em que Infantino foi secretário-geral da UEFA. Alegou que Infantino partilhou documentos confidenciais e usou o seu cargo para ajudar o Manchester City e o Paris Saint-Germain a evitar uma investigação mais aprofundada às suas finanças e uma possível suspensão da Liga dos Campeões. Pinto afirmou que Infantino procurou garantir que os clubes recebessem apenas multas. [1] [2]
Os acordos dos clubes com a UEFA em 2014 incluíram medidas que foram além das financeiras. Cada um aceitou que fossem retidos €60m das receitas das competições, dos quais €40m poderiam ser devolvidos caso fossem cumpridas as condições acordadas. Ambos aceitaram também limites às listas de jogadores para a Liga dos Campeões de 2014–15 e restrições às despesas com transferências. [3] [4]
Quando as acusações surgiram pela primeira vez, a UEFA afirmou que prestar assistência em matérias desse tipo fazia parte das atribuições do secretário-geral. Infantino descreveu as conversações e a troca de documentos como parte do seu trabalho, enquanto o PSG negou as acusações. A BBC Sport afirmou que contactou a FIFA na sequência dos comentários mais recentes de Pinto. [1]
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