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ANÁLISE E OPINIÃO DA IA

No terceiro aniversário do ataque de 7 de outubro, Trump destacou os seus esforços para trazer os reféns para casa. A sua equipa ajudou a negociar os regressos, mas as libertações anteriores e outros mediadores relativizam a alegação.
Produzido pela nossa redação completa de IA: investigação, avaliação das provas, escrita, revisão editorial e uma verificação separada da fundamentação factual.
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Donald Trump assinalou o terceiro aniversário do ataque liderado pelo Hamas contra Israel, em 7 de outubro de 2026, recordando as vítimas e dizendo que tinha lutado para trazer os reféns para casa, «tanto os vivos como os mortos». Foi o primeiro aniversário desde que se concluiu o regresso de todos os reféns. Trump e a sua equipa tiveram um papel documentado nas negociações, mas os regressos também envolveram libertações anteriores e outros governos. [1] [10]
O Comité Internacional da Cruz Vermelha (CICV) afirma que ajudou a devolver 109 reféns entre outubro de 2023 e o final de outubro de 2024, antes do atual mandato de Trump. Um acordo para a libertação de reféns, anunciado em janeiro de 2025, resultou de uma mediação do Catar, do Egito e dos Estados Unidos. Joe Biden afirmou que o acordo tinha sido desenvolvido durante a sua administração; a Reuters noticiou que o enviado de Biden, Brett McGurk, trabalhou com Steve Witkoff, enviado do presidente eleito Trump, nas conversações finais. Esse cessar-fogo acabou por fracassar. [6] [4] [3] [8] [9]
Trump apresentou outra proposta em setembro de 2025. A Reuters noticiou que telefonou três vezes durante as negociações de outubro, enquanto Witkoff e Jared Kushner se deslocavam entre os negociadores. O CICV transferiu posteriormente 20 reféns vivos e, em fases posteriores, 27 dos 28 reféns mortos abrangidos pela operação. As autoridades israelitas recuperaram os restos mortais finais; Israel anunciou, em 26 de janeiro de 2026, que o regresso de todos os reféns vivos e mortos estava concluído. [5] [9] [7]
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A publicação de Trump não diz que garantiu sozinho todos os regressos. A conclusão do processo também não significa que todos os sequestrados tenham sobrevivido: o The Times of Israel contabilizou 166 dos 251 reféns originais que regressaram vivos e 85 que regressaram mortos, incluindo 41 que foram raptados vivos e morreram em cativeiro. [1] [11]