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Trump diz que pressionou Putin para libertar Stephen Hubbard, que está a cumprir uma pena de prisão na Rússia por uma acusação controversa de mercenarismo. As conversações estarão numa fase avançada, mas não foi anunciado qualquer acordo.
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O presidente Donald Trump disse na terça-feira que tinha pedido a Vladimir Putin que libertasse Stephen Hubbard, um professor americano reformado preso na Rússia. Trump identificou Hubbard como o detido que Washington procura trazer de volta ao país, mas não anunciou qualquer acordo nem uma data para a sua libertação. [2]
«Pedi-lhe que o libertasse», disse Trump aos jornalistas na Sala Oval. Pediu-lhes que se lembrassem da pergunta «daqui a uns dias», mas acrescentou: «Vamos ver o que acontece.» Não disse o que Putin lhe tinha respondido. [2]
Hubbard, de 74 anos, foi condenado por um tribunal de Moscovo, em outubro de 2024, a seis anos e 10 meses de prisão por mercenarismo. A Rússia alega que combateu pela Ucrânia; o seu advogado, sediado nos EUA, disse à Reuters que Hubbard negou a acusação. Os meios de comunicação estatais russos dizem que foi detido na Ucrânia em abril de 2022, mas a Reuters não conseguiu determinar as circunstâncias da sua captura. O Departamento de Estado dos EUA classificou-o como «detido injustamente». [7][10][8]
Trump referiu-se a «negociações sobre reféns» numa publicação nas redes sociais de 18 de outubro sobre a sua política em relação à Rússia. Dois dias antes, tinha assinado uma ordem que dispensava a aplicação de sanções e direitos aduaneiros de importação previstos em partes da Lei Graham de 2026. A ordem mantém em vigor determinadas sanções impostas ao abrigo de ordens executivas anteriores. A publicação não mencionava Hubbard nem apresentava um acordo de troca de sanções pela libertação. [6][5]
Na terça-feira, mais cedo, o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Sergei Ryabkov, disse que os serviços de informações dos EUA e da Rússia estavam em contacto sobre detidos, mas afirmou não ter nada a comunicar sobre Hubbard. As suas declarações antecederam os comentários de Trump na Sala Oval e não abordaram uma conversa entre os presidentes.
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A ABC News noticiou que as negociações para a libertação de vários americanos, incluindo Hubbard, estavam na fase final, citando dois responsáveis norte-americanos e outra pessoa familiarizada com as conversações. Essas fontes alertaram que nada estava finalizado e que o acordo proposto poderia não se concretizar. [9]