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A NASA informa que baterias protótipo com eletrólito sólido resistiram à exposição a temperaturas extremas e funcionaram a menos 80 °C, com desempenho reduzido. O projeto SPEARS está a desenvolvê-las para uma possível utilização lunar, enquanto prosseguem os preparativos para voos espaciais. [1]
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A NASA afirma que pequenas baterias protótipo desenvolvidas no âmbito do projeto SPEARS funcionaram, em testes, a temperaturas tão baixas como menos 80 graus Celsius e resistiram à exposição a condições tão frias como menos 170 °C. A tecnologia está a ser desenvolvida para equipamentos que poderão apoiar futuras operações lunares, incluindo ferramentas, rovers e conjuntos de alimentação de emergência para astronautas. [1]
O projeto, Solid Power for Extreme Environment Adaptability and Resilience in Space, é liderado pelo Centro de Investigação Glenn da NASA. As baterias usam um eletrólito sólido à base de cerâmica ou polímero, em vez do eletrólito líquido das baterias convencionais de iões de lítio. A NASA afirma que esta alteração poderá ajudá-las a resistir a calor e frio intensos sem que o líquido congele ou evapore no vácuo. [1]
Em testes de vácuo térmico no Centro de Investigação Langley da NASA, as pequenas células funcionaram até 176 F (80 C), até menos 76 F (menos 60 C) e, com um desempenho ligeiramente reduzido, a menos 112 F (menos 80 C). A NASA também informou que a exposição a temperaturas entre 212 F (100 C) e menos 274 F (menos 170 C) não as danificou. As baterias não funcionariam a essa temperatura mais baixa; seriam necessários pequenos aquecedores para as fazer voltar à temperatura de funcionamento. [1]
A NASA afirma que esta abordagem poderá reduzir a necessidade de sistemas pesados de controlo da temperatura em naves espaciais e habitats lunares, permitindo potencialmente projetos mais leves e custos mais baixos. As baterias destinam-se a suportar as variações extremas de temperatura da Lua; a NASA refere temperaturas noturnas de menos 328 F (menos 200 C) no polo sul lunar. [1]
O projeto começou em 2026, financiado pela divisão de Investigação Avançada e Tecnologia da NASA. O Centro de Investigação Ames da NASA está a desenvolver equipamento de voo, incluindo placas de teste e componentes eletrónicos, para preparar as baterias para voos espaciais e testes em ambientes espaciais. A NASA afirma que o trabalho se centrará inicialmente no desenvolvimento tecnológico e poderá, mais tarde, avançar para uma colaboração comercial. [1]
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Os investigadores da NASA também consideram possíveis utilizações na Terra, incluindo em automóveis, telemóveis, equipamento de comunicações e drones. O projeto surgiu de trabalhos anteriores sobre baterias, centrados em aplicações aeronáuticas. [1]