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Após a vitória de Inglaterra na Liga das Nações, em Praga, Tuchel elogiou a assistência de Alexander-Arnold e disse que uma posição mais recuada lhe assentava bem. Phil McNulty, da BBC Sport, defendeu que o jogador deve ter mais oportunidades.
O que mudou? · 29/09/26, 22:33 UTC
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Inglaterra venceu a Chéquia por 2-0 em Praga e garantiu a primeira vitória na campanha da Liga das Nações. Pavel Šulc, da Chéquia, foi expulso depois de uma revisão de vídeo ter transformado em cartão vermelho um cartão amarelo por uma falta sobre Elliot Anderson. Inglaterra não conseguiu transformar a vantagem numérica em golo antes do intervalo. [1]
Anthony Gordon cabeceou para golo um cruzamento de Trent Alexander-Arnold pouco depois do intervalo. Harry Kane marcou depois o segundo golo de Inglaterra, com um remate rasteiro para lá do guarda-redes Matěj Kovář. [1]
Inglaterra tinha perdido o jogo de abertura por 3-2 em casa frente a Espanha, enquanto a Chéquia tinha começado com uma derrota por 2-1 frente à Croácia. [1]
O selecionador de Inglaterra, Thomas Tuchel, elogiou Trent Alexander-Arnold depois de o cruzamento deste ter permitido a Anthony Gordon marcar frente à República Checa. Tuchel disse à BBC Radio 5 Live que o lateral-direito tinha feito «uma excelente assistência» e jogado com uma «atitude de topo». Acrescentou que a posição mais recuada de Alexander-Arnold na segunda parte lhe assentava melhor do que a função mais adiantada que desempenhou antes do intervalo. [2]
Num artigo publicado na BBC Sport a 29 de setembro, o jornalista principal de futebol Phil McNulty defendeu que Tuchel devia confiar mais em Alexander-Arnold. Foi a primeira titularidade do jogador por Inglaterra desde outubro de 2024, e era o nono lateral-direito utilizado por Tuchel em 24 jogos. McNulty descreveu a falta de confiança de Tuchel como *aparente*: era a sua avaliação do historial de escolhas, não uma opinião expressa pelo treinador. [2]
McNulty também observou que as capacidades defensivas de Alexander-Arnold não foram postas à prova em Praga, onde a expulsão de Pavel Sulc ao fim de 25 minutos deixou a República Checa com 10 jogadores. Defendeu que o lateral-direito merecia outra oportunidade para responder a essas questões.
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