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O recém-lançado Silent Hill: Townfall leva a franquia de terror a uma ilha escocesa fictícia, com o estúdio de Glasgow Screen Burn a inspirar-se numa aldeia piscatória de Fife.
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Silent Hill: Townfall foi lançado na quinta-feira, levando pela primeira vez ao Reino Unido a franquia de terror criada no Japão, com uma história passada numa ilha escocesa fictícia. [1]
O jogo foi desenvolvido pela Screen Burn, sediada em Glasgow, cuja equipa se inspirou na aldeia piscatória de St Monans, em Fife. O diretor Jon McKellan disse à BBC News que queria que a representação da Escócia fosse “autêntica e natural”. [1]
“Não há tartan por todo o lado, mas, se cresceu numa cidade operária nos anos 90, vai reconhecer muitas das referências”, afirmou. [1]
Passado em 1996, Townfall acompanha Simon Ordell, um homem americano que dá à costa na ilha fictícia de St Amelia com uma pulseira de identificação hospitalar e um soro intravenoso no braço. [1]
Entre os elementos do quotidiano estão caixas de correio vermelhas, sinais de limite de velocidade de 20 mph e caixas de recolha para instituições de caridade com a forma de cães-guia. Para guardar o progresso, é necessário usar um telefone, muitas vezes dentro de uma cabine telefónica que aceita moedas e cartões, observou Laura Cress, repórter de tecnologia da BBC, durante a sua sessão de jogo. [1]
A tecnologia da época também influencia a forma como os jogadores enfrentam o perigo. Simon obtém um dispositivo CRT portátil — essencialmente, uma pequena televisão portátil — que apresenta imagens difusas dos monstros nas proximidades, ajudando os jogadores a perceber onde estão e a evitá-los. Cress considerou que o dispositivo podia tornar-se complicado de manusear quando havia vários inimigos por perto. [1]
Cress elogiou a tensão e o design inventivo do jogo, mas descreveu-o como irregular. Escreveu que as secções posteriores, que recorrem a uma tecnologia mais rudimentar para detetar inimigos, aumentavam a tensão, mas tornavam o jogo substancialmente mais lento. Disse que o jogo correu bem na sua PlayStation 5, reconhecendo, ao mesmo tempo, relatos de problemas de desempenho feitos por outras pessoas.
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O cenário escocês dá continuidade à mudança da série para lá das suas tradicionais localizações americanas. Silent Hill f, lançado em 2025, decorria no Japão rural dos anos 1960. [1]
O principal produtor de Silent Hill na Konami, Motoi Okamoto, disse à BBC que a equipa estava a considerar “outras partes da Europa” e a “América Latina” como possíveis cenários para jogos futuros. [1]