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O mandato da missão expira a 15 de novembro, enquanto a violência renovada e as disputas políticas por resolver levantam questões sobre a segurança no território.
Produzido com investigação aprofundada por IA, redação baseada em fontes e correção linguística. As fontes e as incertezas acompanham o artigo.
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O Conselho de Segurança da ONU debateu, a 5 de novembro, a renovação da sua missão de manutenção da paz em Abyei, com responsáveis da ONU a alertarem que a violência está a tornar mais difícil garantir a segurança no território disputado.
O mandato da missão expira a 15 de novembro. Abyei é reivindicada tanto pelo Sudão como pelo Sudão do Sul, e o seu estatuto definitivo continua por resolver. A ONU criou a força, conhecida como UNISFA, em 2011.
O responsável da ONU pelas operações de manutenção da paz, Jean-Pierre Lacroix, instou o Conselho a garantir que a missão mantém a flexibilidade e a capacidade operacional para responder a ameaças emergentes e impedir que conflitos regionais se estendam a Abyei. Ataques com drones nas imediações do mercado de Amiet e de Todach, a 19 de outubro, causaram mortos e feridos entre a população civil.
Os membros do Conselho manifestaram apoio à missão, mas deram ênfase a aspetos diferentes. O representante dos EUA pediu critérios de avaliação mais rigorosos para responsabilizar as partes e a ONU, bem como o rápido envio de uma primeira unidade policial da ONU. O representante da Rússia afirmou que encerrar ou reduzir a missão seria prematuro e disse esperar que o seu mandato fosse prolongado.
O mandato atual, acordado em 2025, já estabelece objetivos como a desmilitarização, o envio de agentes policiais e a nomeação de um chefe adjunto civil para a missão. O Reino Unido afirmou que tinha havido progressos no sentido de enviar a primeira unidade policial e nomear o chefe adjunto, mas que ainda havia muito por fazer. Apelou ao Sudão e ao Sudão do Sul para que concedam à UNISFA o acesso e o apoio de que necessita.
O representante do Sudão do Sul pediu uma investigação imparcial, conduzida pela ONU, sobre o ataque com drones perto do mercado de Amiet. A 23 de outubro, os membros do Conselho já tinham pedido uma investigação completa, transparente e rápida aos ataques. O enviado da ONU Guang Cong também apelou a uma investigação independente, noticiou a Radio Tamazuj.
A reunião pôs em evidência divergências políticas persistentes. O Sudão contestou a decisão do Sudão do Sul de incluir Abyei nas eleições de dezembro, afirmando que isso comprometeria o estatuto jurídico do território. O representante do Sudão do Sul afirmou que os direitos e interesses da comunidade Ngok Dinka não podiam ser ignorados enquanto o estatuto de Abyei continuasse por resolver.
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