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A vencedora da Maratona de Berlim deverá ficar afastada da competição durante meses após lhe terem dito que precisa de ser operada ao tendão de Aquiles.
O que mudou? · 28/09/26, 14:44 UTC
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A etíope Tigst Assefa venceu a Maratona de Berlim no domingo, 27 de setembro, em 2:11:04. Uma quebra acentuada de ritmo perto da meta pôs fim à sua tentativa de bater o recorde mundial, mas ainda assim correu aquela que a World Athletics classifica como a terceira maratona feminina mais rápida da história. [1]
Assefa passou aos 40km em 2:03:00, a um ritmo que apontava para um tempo final projetado de 2:09:44 — 12 segundos abaixo do recorde mundial de 2:09:56. Depois, começou a coxear e a fazer caretas enquanto o ritmo diminuía. A Reuters noticiou que sofreu cãibras nos dois últimos quilómetros; a World Athletics descreveu o que parecia ser um problema físico. [1] [2]
O tempo da vitória retirou 49 segundos ao recorde do percurso de Berlim que estabelecera em 2023. Foi a sua terceira vitória na prova, depois dos triunfos em 2022 e 2023. [1]
Bedatu Hirpa terminou em segundo lugar na prova feminina, em 2:16:53, dois segundos à frente de Dera Dida. O etíope Guye Adola venceu a prova masculina com um recorde pessoal de 2:02:50, completando uma dobradinha etíope. Gemechu Dida ficou em segundo e o tanzaniano Gabriel Geay em terceiro. [1]
Tigst Assefa precisa de ser operada ao tendão de Aquiles após vencer a Maratona de Berlim, disse um porta-voz dos organizadores da prova à agência noticiosa alemã dpa, segundo noticiou a ANP/DPA. A etíope, de 29 anos, deverá ficar afastada da competição durante meses. [4]
Assefa terminou a prova de domingo com um recorde pessoal de 2:11:04, depois de sentir dores nos quilómetros finais. [4]
4 fontes indicadas · explore as provas, as limitações e a proveniência.
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