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Heidi Levine sofreu uma costela partida e quatro vértebras fraturadas quando a violência perturbou a colheita palestiniana da azeitona. As ações das tropas israelitas no local e as circunstâncias dos disparos contra um homem palestiniano continuam a ser contestadas.
Produzido com investigação aprofundada por IA, redação baseada em fontes e correção linguística. As fontes e as incertezas acompanham o artigo.
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Jornalistas da Reuters em Abu Falah viram colonos israelitas mascarados descerem uma colina em direção a habitantes da aldeia que apanhavam azeitonas na sexta-feira, 16 de outubro. Os atacantes atiraram pedras e incendiaram oliveiras. Heidi Levine, fotógrafa do Washington Post, foi derrubada e espancada enquanto cobria o ataque, segundo o seu empregador e um vídeo analisado pela CBS News. [3] [4] [6]
Levine usava um colete com a inscrição «PRESS». O Washington Post disse que foi tratada a uma costela partida, quatro vértebras fraturadas e cortes, e que precisaria de ser operada a uma mão ferida. A CBS noticiou que a Sociedade do Crescente Vermelho Palestiniano tratou três palestinianos em Abu Falah. Na vizinha Turmus Ayya, a Reuters noticiou que colonos incendiaram três automóveis depois de atacarem pessoas que apanhavam azeitonas; a agência noticiosa palestiniana WAFA disse que o Crescente Vermelho transportou quatro palestinianos feridos de Burqa para o hospital. [4] [6] [3] [2]
Os disparos contra um homem palestiniano em Abu Falah deram origem a relatos contraditórios. Um fotógrafo da Reuters viu pelo menos um colono armado disparar uma arma, mas essa observação não permite determinar quem feriu o homem. As forças armadas israelitas disseram que os seus militares dispararam na direção de alguém que julgavam estar a ameaçá-los com um objeto cortante. Um membro do conselho da aldeia disse à Associated Press que o homem ferido, Abdel Jaber Hassan, transportava ferramentas para a apanha da azeitona. [3] [5]
A Reuters também viu soldados israelitas dispararem gás lacrimogéneo na direção de palestinianos depois de as tropas chegarem. A WAFA acusou as forças de protegerem os ataques dos colonos, enquanto um porta-voz das forças armadas israelitas disse ao The Washington Post que os soldados não tinham visto Levine ser agredida e que a sua conduta estava a ser investigada. As testemunhas deram versões diferentes sobre o momento em que as tropas chegaram, em relação ao espancamento de Levine.
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O gabinete do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu disse que as circunstâncias continuavam pouco claras e pediu uma investigação para apurar quem iniciou a violência. A CBS descreveu imagens que mostram homens mascarados a atirar pedras e, depois, palestinianos a atirarem pedras de volta. As imagens não captam todos os momentos do confronto, mas o facto de terem sido atiradas pedras de volta não invalida os relatos de testemunhas oculares de atacantes a descerem sobre o olival. [4] [6] [3]
O ataque ocorreu durante uma colheita de que dependem muitas famílias palestinianas. A ONU documentou mais de 1.600 ataques de colonos que causaram ferimentos ou danos materiais na Cisjordânia entre janeiro e agosto, segundo o The Washington Post. [4]