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Uma carta dirigida a Thomas Markle, segundo relatos, é distinta de um aviso anterior à polícia do Reino Unido, cuja atuação está agora a ser revista.
O que mudou? · 25/10/26, 03:42 UTC
Produzido com investigação aprofundada por IA, redação baseada em fontes e correção linguística. As fontes e as incertezas acompanham o artigo.
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A Polícia Metropolitana está a realizar averiguações internas sobre relatos de que os seus agentes de proteção real entregaram a Meghan, duquesa de Sussex, em 2018, uma carta que continha acusações contra o pai dela. A polícia não confirmou que a carta tenha sido transmitida e não está a conduzir uma investigação criminal no Reino Unido contra Thomas Markle.
«Temos conhecimento de notícias de que agentes do Comando de Proteção Real e Especializada da Met estiveram envolvidos na transmissão de uma carta em 2018», afirmou um porta-voz da polícia. «Estamos a realizar averiguações internas para tentar confirmar o sucedido.»
Meghan afirmou na sexta-feira que a carta tinha sido enviada à Met e que, mais tarde, lhe fora mostrada. «Continha acusações perturbadoras e inquietantes contra o meu pai, e garantiram-me que estavam a ser investigadas», disse. Afirmou que decidiu impedir o pai de contactar os filhos para os proteger.
A ITV News afirma que viu a carta e que esta não contém acusações de crimes cometidos no Reino Unido. O The Sun diz que viu uma cópia endereçada ao Centro de Avaliação de Ameaças de Fixação da Met. Segundo o jornal, a carta acusa Markle de ter abusado sexualmente de uma criança no estrangeiro. As averiguações da Met ainda não determinaram o que os agentes fizeram com a carta em 2018; a acusação nela contida não constitui uma conclusão de que houve abuso.
O relato sobre a carta surgiu a par de uma acusação distinta do meio-irmão de Meghan, Thomas Markle Jr, que afirmou ter encontrado imagens de abuso sexual de crianças entre os pertences do pai, na antiga casa deste nas Filipinas. Nicholas Ty, subsecretário da Justiça das Filipinas, disse à ITV News que uma força-tarefa especializada está a investigar o caso em Cebu. Markle negou as acusações do filho numa entrevista ao Daily Mail, chamando-lhes «um monte de mentiras». Não está claro se a investigação nas Filipinas tem alguma ligação às acusações da carta de 2018.
Meghan, duquesa de Sussex, escreveu ao pai, de quem está afastada, em 2025, para lhe dizer que nunca mais voltaria a contactá-lo e que ele nunca conheceria os filhos dela, noticia a BBC, citando fontes próximas de Meghan. O relato surgiu enquanto as autoridades nas Filipinas investigam acusações contra Thomas Markle, que ele nega. [6]
A BBC diz que Meghan também disse ao pai que as autoridades tinham conhecimento das acusações contra ele. A BBC não publicou a carta. Autoridades filipinas disseram à BBC que uma força-tarefa dedicada ao tráfico de pessoas e à exploração sexual de crianças estava a investigar as acusações. O ministro do Interior, Jonvic Remulla, afirmou que a polícia tinha recolhido o computador de Markle para uma perícia forense digital. Markle nega possuir imagens de abuso sexual de crianças ou ter tido relações sexuais com raparigas menores de idade.
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A carta de 2025 dirigida ao pai, segundo relatos, é distinta de um aviso enviado à Polícia Metropolitana anos antes. A Met afirma que recebeu, em janeiro de 2019, uma carta com alegações de alegadas infrações cometidas fora do Reino Unido e que a encaminhou para o gabinete do duque e da duquesa de Sussex. A Met afirma que não partilhou as alegações com outras autoridades responsáveis pela aplicação da lei. A ITV News afirma ter visto a carta manuscrita, que, segundo a estação, não continha alegações de atividades ilegais no Reino Unido. [7] [8]
Meghan afirmou que, na altura, lhe tinham garantido que as acusações anteriores estavam a ser investigadas. Inicialmente, recordou que a carta tinha chegado à polícia em 2018, mas o seu porta-voz aceitou posteriormente o registo de 2019 da Met como referência para a data em que foi recebida e partilhada. A Met está agora a rever a forma como tratou essa carta e a ponderar se deve remeter a sua própria atuação para o Gabinete Independente para a Conduta Policial. Essa revisão diz respeito às ações da polícia em 2019, não a uma conclusão de que as acusações contra Markle são verdadeiras. [8]