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Michael Carrick diz que o Manchester United tem de melhorar defensivamente depois de ter conseguido manter a baliza inviolada apenas uma vez nos primeiros 10 jogos, com as lesões e as mudanças de jogadores a acrescentarem dificuldades antes do jogo da Liga dos Campeões contra o Como.
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O Manchester United só conseguiu uma baliza inviolada em 10 jogos esta época, e o treinador Michael Carrick diz que melhorar esse registo é fundamental para dar a volta à temporada, enquanto a equipa se prepara para defrontar o Como na Liga dos Campeões.
«Há, sem dúvida, aspetos do nosso jogo que temos de melhorar para tornar as coisas mais fáceis. Tenho plena consciência disso», disse Carrick antes do jogo de quarta-feira. A única vez que o United não sofreu golos até agora foi contra o Sabah FK, do Azerbaijão, no mês passado. [1]
O registo defensivo tem sido um problema para além desta época. O United manteve a baliza inviolada em seis dos 17 jogos de Carrick como treinador na época passada; antes da sua nomeação, conseguiu-o duas vezes na época em que Ruben Amorim esteve ao comando e em nove dos 63 jogos com Amorim como treinador. [1]
Carrick também tem tido dificuldades em estabilizar uma defesa de quatro. Só uma vez esta época escalou os mesmos quatro jogadores em jogos consecutivos. As lesões e uma suspensão limitaram ainda mais as suas opções: Lisandro Martínez falhou a deslocação a Itália devido a uma lesão na coxa, Leny Yoro estava suspenso e Luke Shaw continuava inapto. Carrick disse que Shaw poderia ficar de fora mais tempo do que Kobbie Mainoo, que se esperava que falhasse 10 dias. [1]
A posição de lateral-esquerdo tem sido particularmente instável. Diogo Dalot tornou-se o quinto titular diferente nessa posição em seis jogos contra o Leeds, sendo Shaw o único dos cinco que era lateral-esquerdo de raiz, segundo a BBC Sport. Carrick disse que Harry Amass, de 19 anos, estava «mesmo na luta» por um lugar, acrescentando que os jovens jogadores precisavam da oportunidade certa. [1]
Carrick descreveu a janela de transferências de verão como uma em que o clube «fez o que pôde e tirou o melhor partido da situação». Falava ao lado de Andrey Santos, o médio que o United contratou ao Chelsea por 50 milhões de libras, enquanto prosseguiam as críticas à falta de concorrência para Shaw. [1]
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