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Hospitais e equipas de socorro contabilizaram sete mortos na terça-feira em toda a Faixa de Gaza. Uma declaração israelita sobre um alegado alvo do Hamas refere-se a um ataque do dia anterior.
Produzido com investigação aprofundada por IA, redação baseada em fontes e correção linguística. As fontes e as incertezas acompanham o artigo.
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Sete palestinianos terão morrido em bombardeamentos e disparos israelitas por toda a Faixa de Gaza na terça-feira, 20 de outubro, segundo o serviço de proteção civil do território e os hospitais. As mortes foram registadas mais de um ano depois da entrada em vigor de um cessar-fogo, num período de ataques israelitas quase diários. [1] [4]
A Quds Net, citando dados hospitalares até às 5.15 da tarde, situou quatro das mortes comunicadas no norte de Gaza, duas no centro e uma no sul. Os relatos incluíam duas pessoas mortas nas zonas centrais de Al-Zawaida e Wadi Gaza e um adolescente morto a tiro perto de Khan Younis, no sul. [3] [4]
Na cidade de Gaza, profissionais de saúde disseram à Reuters que um ataque aéreo israelita contra um apartamento matou Akram Yassin e a sua mulher, Dina Abu Baker. As forças armadas israelitas e o serviço de segurança interna disseram ter matado Akram Bassam Shaaban Yassin na cidade de Gaza na terça-feira, descrevendo-o como um alto responsável pela segurança do Hamas. O seu alegado papel é uma afirmação de Israel; a mulher também figurava entre as pessoas dadas como mortas no ataque. [5] [2]
Israel disse ainda ter matado Tamer Mohammad Ibrahim Al-Zabaq, que descreveu como um combatente do Hamas, em Jabalia. Mas a sua declaração situa esse ataque na segunda-feira, 19 de outubro, e não na terça-feira. Por isso, não demonstra que duas das sete pessoas dadas como mortas na terça-feira fossem membros do Hamas. A Quds Net identificou outro homem, Mahmoud Khalil al-Matouq, no seu relato de uma morte em Jabalia na terça-feira. Israel ainda estava a verificar outros relatos de vítimas, segundo um despacho da ANP/AFP publicado pelo Nieuws.nl. [2] [3] [1]
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Israel afirma que o Hamas se tem rearmado e realizado ataques em violação do cessar-fogo; o Hamas nega estar a tentar fazê-lo e acusa Israel de minar o acordo. As autoridades de saúde de Gaza dizem que pelo menos 1.500 palestinianos foram mortos por fogo israelita desde o início do cessar-fogo, em outubro de 2025. Israel afirma que militantes em Gaza mataram quatro dos seus soldados no mesmo período. [5]