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O presidente russo diz que as tropas estão a criar uma zona em território ucraniano para proteger a fronteira da Rússia, mas a sua extensão e os progressos reivindicados por Moscovo continuam incertos.
Produzido com investigação aprofundada por IA, redação baseada em fontes e correção linguística. As fontes e as incertezas acompanham o artigo.
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Vladimir Putin afirmou em 16 de outubro que as tropas russas estavam a criar uma «zona de segurança» em território ucraniano, ao longo da fronteira, e que Moscovo não pretendia incluí-la em eventuais negociações de paz com a Ucrânia. Trata-se da posição da Rússia, não de um acordo sobre o território nem de uma medida do que as suas forças controlam. [1] [2]
Durante uma visita a um posto de comando militar, Putin afirmou que o objetivo era tornar seguras as zonas fronteiriças da Rússia e descreveu os progressos como bem-sucedidos, segundo a Interfax. Disse que as forças russas tinham recebido a missão de criar a zona em território vizinho. As declarações que lhe são atribuídas não definiram os limites nem a profundidade da zona. [2]
O objetivo de criar uma zona-tampão não é novo. Putin falou em estabelecer uma perto de Kharkiv em maio de 2024. Em agosto de 2026, Pavlo Palisa, funcionário da presidência ucraniana, afirmou que a Rússia continuava a ter planos para zonas-tampão nas regiões de Kharkiv e Sumy e numa parte de Chernihiv. Essa avaliação antecedeu as declarações mais recentes de Putin e não permite determinar o que foi entretanto concretizado. [4] [5]
O Kommersant noticiou a alegação de um comandante russo de que Moscovo controlava 465 dos 660 quilómetros da fronteira. A percentagem de 70% daí resultante refere-se à extensão da fronteira, não à parcela da área da zona proposta, e não comprova por si só o controlo territorial. [3]
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