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A Polícia Metropolitana diz que partilhou a carta com o gabinete de Harry e Meghan, mas não com outras autoridades policiais. Thomas Markle contesta que a ex-mulher tenha escrito a carta e nega as acusações.
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A BBC diz que Roslyn Loveless, ex-mulher de Thomas Markle, escreveu uma carta com acusações contra ele, recebida pela Polícia Metropolitana em janeiro de 2019. A identificação agora divulgada surge enquanto a força policial revê a forma como lidou com a carta: transmitiu as acusações ao gabinete do duque e da duquesa de Sussex, mas não a outras autoridades policiais.
O Telegraph diz que viu uma cópia da carta e também identifica Loveless como a remetente. Loveless, que morreu em 2024, era mãe dos meios-irmãos de Meghan, Samantha Markle e Thomas Markle Jr. Thomas Markle disse que não acreditava que a ex-mulher tivesse escrito a carta e classificou a alegação como uma «armadilha». Nega as acusações contra si.
A Polícia Metropolitana diz que a carta continha alegações de crimes supostamente cometidos fora do Reino Unido e que foi enviada ao seu Comando de Proteção devido a preocupações com a segurança de Meghan. Está a ponderar submeter a sua atuação no caso à apreciação do Gabinete Independente de Conduta Policial. Meghan disse que a carta continha alegações «preocupantes e perturbadoras» e que lhe tinham garantido que estavam a ser investigadas. Inicialmente, datou-a de 2018; mais tarde, o seu porta-voz admitiu que ela poderia estar enganada e disse que o registo da Polícia Metropolitana de 2019 deveria servir de referência.
Separadamente, as autoridades das Filipinas dizem estar a investigar alegações relacionadas com Markle, depois de o filho dele ter afirmado que encontrou, numa antiga casa naquele país, imagens de abuso sexual de crianças que, segundo o filho, pertenciam a Thomas Markle. Markle nega possuir imagens desse tipo. O conteúdo detalhado da carta de 2019 não foi divulgado, pelo que a alegação posterior não estabelece o que a carta alegava nem se essas alegações são verdadeiras.
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