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Todos os bombardeiros dos EUA destacados para RAF Fairford regressaram aos Estados Unidos. Autoridades norte-americanas atribuem a retirada a preocupações de segurança; Downing Street diz que a base continua segura.
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O Pentágono e o Comando Europeu dos EUA dizem que todos os bombardeiros norte-americanos destacados para RAF Fairford regressaram à sua base de origem nos Estados Unidos. Downing Street diz que a base, em Gloucestershire, continua segura, e o seu porta-voz recusou comentar a decisão militar de outro país. [6] [3]
A revista Air & Space Forces Magazine noticia que 12 bombardeiros B-1B partiram de Fairford a 4 de outubro. O aeródromo não tem aeronaves da Força Aérea dos EUA permanentemente atribuídas, pelo que a mudança confirmada é a partida do contingente de bombardeiros destacados, não o encerramento da base. A confirmação pública das forças armadas não indicou o motivo da retirada. [6]
Autoridades norte-americanas disseram ao The Wall Street Journal que a decisão foi motivada por preocupações de segurança relacionadas com suspeitas de planos contra Fairford. [5] O primeiro-ministro Andy Burnham disse, a 30 de setembro, que havia fortes indícios de que o Irão tinha tido um papel no incidente ocorrido perto da base a 27 de setembro. O Irão negou qualquer envolvimento. [3]
A polícia informou que não encontrou engenhos explosivos improvisados nos três veículos examinados, mas recuperou gasolina. Os cinco homens detidos perto da base a 27 de setembro foram libertados sob fiança policial e continuam sob investigação. A polícia descreveu inicialmente uma possível atividade em nome de um Estado estrangeiro como uma das linhas de investigação e disse que mantinha todas as hipóteses em aberto. A investigação prossegue. [9] [10]
A Reuters noticia que a autorização britânica para usar Fairford abrangia apenas ataques contra instalações de mísseis iranianas que atacavam navios no Estreito de Ormuz. Londres tinha recusado autorizar ataques ofensivos a partir de bases britânicas. [4]
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O Pentágono diz que as tripulações de toda a força de bombardeiros dos EUA continuam prontas para realizar ataques de precisão em todo o mundo, incluindo missões com partida e regresso aos Estados Unidos. Christoph Bergs, analista de investigação no Royal United Services Institute, espera que a redistribuição reduza, a curto prazo, a capacidade dos EUA para lançar rapidamente missões adicionais contra o Irão. Observou também que a utilização de Fairford já era limitada pela condição britânica de que os ataques fossem defensivos. [6] [4]