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O secretário-geral da NATO apelou à manutenção do investimento na defesa e a um maior apoio à Ucrânia, enquanto os serviços de informações dinamarqueses alertaram para um risco baixo, mas crescente, de um ataque russo limitado.
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Numa conferência de imprensa conjunta em Bruxelas, a 29 de setembro, o secretário-geral da NATO, Mark Rutte, pediu calma perante os alertas sobre a Rússia. Os aliados estavam a investir na defesa, afirmou, e deveriam aumentar o apoio à Ucrânia, em vez de o reduzir. Rutte disse também que a NATO era mais forte do que a Rússia. [2]
Cinco dias antes, o serviço de informações de defesa da Dinamarca tinha alertado para um risco baixo, mas crescente, de um ataque militar russo limitado contra um ou mais países da NATO que fazem fronteira com a Rússia, potencialmente dentro de alguns meses. Distinguiu esse cenário de uma invasão propriamente dita, para a qual não via quaisquer indícios. Considerou altamente improvável uma invasão e afirmou que a Rússia provavelmente precisaria de pelo menos seis meses para se preparar, depois de decidir avançar com uma. [3]
O primeiro-ministro lituano, Mindaugas Sinkevičius, disse na conferência de imprensa que os serviços de informações não tinham provas de que Moscovo estivesse a preparar um incidente grave nas semanas ou meses seguintes. Afirmou que o risco se mantinha, mas que não se considerava que estivesse a aumentar naquele momento. Rutte disse depois que concordava com a resposta do primeiro-ministro. [4] [5] [2]
A ameaça vai além dos ataques convencionais. Na terça-feira, o Governo da Estónia acusou os serviços secretos russos de terem encomendado um ataque incendiário, em agosto, contra o edifício de uma empresa de defesa em Tallinn. A investigação criminal continua. O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, rejeitou a acusação, considerando-a infundada. [6] [4]
Rutte reconheceu que atividades hostis aquém de uma guerra aberta podiam ter — e por vezes tinham — impacto. Disse que a NATO dispunha de opções de resposta, embora essas respostas não fossem necessariamente públicas nem correspondessem ao ato original.
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