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Uma escola utilizada para distribuir ajuda e um abrigo no seu interior foram atingidos em Komyshuvakha, afirmou o presidente Volodymyr Zelensky. Entre os mortos estavam trabalhadores de resgate e agentes da polícia.
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Autoridades ucranianas disseram que 26 pessoas morreram a 2 de novembro, quando bombas russas atingiram uma escola utilizada para distribuir ajuda humanitária em Komyshuvakha, uma aldeia na região meridional de Zaporizhzhia.
O presidente Volodymyr Zelensky disse que a escola já não tinha aulas porque a aldeia ficava perto da linha da frente. A ajuda era distribuída ali todas as segundas-feiras, afirmou. Segundo Zelensky, as primeiras bombas atingiram o local quando as pessoas chegavam, e um segundo ataque atingiu um abrigo no interior do edifício.
O número de mortos anunciado subiu de 18 inicialmente para 24 e, depois, para 26, enquanto as equipas de busca trabalhavam no local. O governador regional Mykhailo Semikin disse que entre os mortos estavam dois trabalhadores de resgate e quatro agentes da polícia. Zelensky disse que cinco pessoas estavam hospitalizadas e que outras continuavam sob os escombros.
Semikin disse que os trabalhos de resgate nessa noite foram dificultados por novos ataques de drones russos na zona, noticiou a Associated Press. Declarou 3 de novembro dia de luto em toda a região de Zaporizhzhia.
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