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O pai de Raseel al-Balawi diz que ela chegou a um hospital nos arredores do Cairo após várias cirurgias para tratar feridas sofridas num ataque em Gaza. [Fonte 1] [Fonte 2]
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Raseel al-Balawi foi levada para o Egito para receber tratamento, depois de ter sido submetida a mais de 20 operações em Gaza para controlar infeções nas feridas que sofreu num ataque aéreo no final de julho. O pai disse que ela chegou a um hospital nos arredores do Cairo e aguardava transferência para um hospital mais bem equipado na capital. Uma reportagem da BBC Arabic republicada pelo Klyoum referiu que ela e o pai receberam autorização para viajar no final de setembro, com o apoio da Organização Mundial da Saúde. [1] [2]
No Hospital Nasser, em Gaza, o médico que a tratou, Awni al-Jaafrawi, identificado como médico dos Médecins Sans Frontières, disse que as feridas continham bactérias resistentes a vários medicamentos. Disse que ela precisava de um enxerto de pele para fechar as feridas. [2]
Relatos sobre o ataque de 30 julho situaram-no numa tenda de uma família na zona de al-Mawasi, em Khan Younis. A irmã de Raseel e outra pessoa terão sido mortas. Testemunhas citadas pela BBC disseram que um helicóptero israelita atingiu a tenda. As forças armadas de Israel disseram à BBC que não tinham registo do ataque e lamentavam os danos causados a civis. A Reuters noticiou na altura que as forças armadas disseram que os ataques a um acampamento de tendas em Khan Younis e a uma casa em Bureij tinham como alvo o Hamas. [1] [3] [4] [6]
A Organização Mundial da Saúde afirmou em 24 setembro que apenas 19 dos 36 hospitais de Gaza estavam parcialmente em funcionamento e que os medicamentos essenciais e o combustível continuavam em situação de escassez crítica. A COGAT afirmou que os medicamentos, incluindo antibióticos, podiam entrar em Gaza sem restrições. [8]
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