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Um ensaio concluiu que a sobrevivência mediana foi mais longa com Rasonque do que com quimioterapia, mas a autorização europeia e as decisões sobre o acesso dos doentes ainda estão por vir.
Produzido com investigação aprofundada por IA, redação baseada em fontes e correção linguística. As fontes e as incertezas acompanham o artigo.
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Os consultores europeus de medicamentos recomendaram Rasonque (daraxonrasib), a 15 de outubro, para adultos com adenocarcinoma pancreático metastático que tenham recebido pelo menos um tratamento anterior. O medicamento poderá constituir uma opção direcionada para doentes com poucas alternativas, mas a recomendação não equivale a uma autorização da UE: a Comissão Europeia ainda tem de decidir se autoriza o fármaco. [1]
Num ensaio com 500 doentes cujo cancro tinha piorado após tratamento sistémico anterior, a sobrevivência mediana foi de 12,4 meses com Rasonque, em comparação com 6,7 meses com quimioterapia, segundo a Agência Europeia de Medicamentos. O tempo mediano até ao agravamento da doença foi de 7,2 meses e 3,6 meses, respetivamente. O ensaio foi aberto, e 92% dos participantes tinham uma mutação RAS G12 confirmada. Os efeitos secundários mais frequentemente comunicados incluíram diarreia, erupção cutânea, inflamação da boca, náuseas e vómitos. [1]
Rasonque é um comprimido que inibe proteínas RAS envolvidas no crescimento das células cancerígenas. A autoridade neerlandesa dos medicamentos descreve-o como um potencial primeiro tratamento direcionado para este grupo de doentes — não o primeiro tratamento para o cancro do pâncreas, para o qual já se utiliza quimioterapia. [1] [2]
O medicamento foi aprovado nos Estados Unidos em agosto para adultos com adenocarcinoma pancreático metastático que tivessem recebido pelo menos uma terapêutica sistémica anterior ou não fossem candidatos a terapêutica sistémica com vários agentes. Essa decisão não o autoriza na Europa. Se a Comissão conceder uma autorização da UE, o preço e o reembolso serão decididos a nível nacional; nos Países Baixos, o Instituto de Saúde aconselharia o ministro sobre o reembolso. [3] [1] [2]
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