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Os comissários russo e ucraniano para os Direitos Humanos dizem querer missões regulares de ajuda para os residentes que permaneceram na cidade, mas os pormenores de uma nova entrega continuam a ser discutidos.
Produzido com investigação aprofundada por IA, redação baseada em fontes e correção linguística. As fontes e as incertezas acompanham o artigo.
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O comissário ucraniano para os Direitos Humanos, Dmytro Lubinets, disse, a 2 de novembro, que tinha chegado a acordo com o lado russo para tornar sistemáticas as entregas de ajuda. As conversações sobre a forma de entregar mantimentos pelo menos uma vez por mês continuavam, disse à Interfax-Ucrânia.
A comissária russa, Yana Lantratova, disse ao meio de comunicação russo RBC que ela e Lubinets tinham pedido à primeira-dama dos EUA, Melania Trump, que ajudasse a organizar as missões. Não se sabe se Trump aceitou desempenhar um papel em futuras entregas, nem quando e como teria lugar a próxima missão.
O anúncio surge após uma operação de ajuda e uma evacuação durante um cessar-fogo local que entretanto terminou. Lubinets disse que a missão levou alimentos, água, medicamentos e combustível para geradores às pessoas que permaneceram em Oleshky, bem como equipamento para o hospital da cidade.
A Casa Branca atribuiu a Trump um papel na negociação do cessar-fogo. O Papa Leão XIV também tinha pressionado a Rússia e a Ucrânia para permitirem entregas de ajuda e evacuações, segundo a Associated Press, que viu pessoas evacuadas chegar à fronteira entre a Ucrânia e a Bielorrússia a 31 de outubro.
O número de pessoas que partiram é incerto. Lantratova disse que partiram de Oleshky significativamente menos de 750 pessoas e que nem todas foram contabilizadas; disse ainda que pessoas de outros locais se juntaram ao comboio pelo caminho. Trump disse que a missão permitiu evacuar quase 800 pessoas, mas não se sabe se o número que indicou diz respeito ao mesmo grupo.
Os residentes enfrentam escassez há meses, enquanto as minas e os drones tornam perigosa a circulação. Um dos evacuados, Ivan Yevhenovych, disse à AP: «Desde a primavera, praticamente já não havia alimentos básicos. As pessoas tinham algumas reservas próprias.»
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