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A Reuters noticia que a Rússia planeia prolongar as restrições às exportações de gasóleo pelos produtores, quadruplicando ao mesmo tempo as quotas disponíveis em novembro. Os novos limites ainda não foram aprovados.
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A Rússia planeia prolongar até ao final de 2026 as restrições às exportações de gasóleo pelos produtores, permitindo ao mesmo tempo que saia mais combustível ao abrigo de quotas, noticiou a Reuters na quinta-feira, citando duas pessoas familiarizadas com as discussões. As isenções propostas abririam uma via mais ampla para as exportações sem levantar as restrições.
As duas pessoas disseram que se esperava que as quotas de novembro totalizassem 2 milhões de toneladas, quatro vezes a quantidade permitida comunicada para outubro, de 500 000 toneladas. Esperavam que o governo emitisse uma ordem no início de novembro para isentar mais refinarias e estabelecer novos limites. Estes valores referem-se às quantidades planeadas, não a gasóleo já expedido. O Ministério da Energia da Rússia não respondeu ao pedido de comentário da Reuters.
O prazo de 31 de outubro aplica-se às restrições impostas aos produtores. As restrições a outros exportadores já se estendem até ao final de janeiro de 2027, noticiou o jornal russo Kommersant no início deste mês. O Kommersant também noticiou um plano para uma quota inicial de 500 000 toneladas de exportações.
A 9 de outubro, o Tesouro dos EUA emitiu uma licença que autoriza determinadas transações envolvendo gasóleo de origem russa, incluindo importações para os Estados Unidos, ao abrigo de regras de sanções específicas. Essa autorização não concede quotas de exportação à Rússia nem demonstra que um carregamento tenha chegado aos EUA. A Reuters noticiou que um petroleiro que transportava gasóleo russo indicara Nova Iorque como destino, mas o gestor do navio afirmou mais tarde que o porto ou país de descarga ainda não tinha sido definido.
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