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Um grupo de trabalho da ONU transmitiu 1.723 casos de desaparecimento a governos no seu mais recente período de referência, contra 1.278 no anterior. A subida diz respeito ao número de casos tratados pelo grupo, não a um aumento medido dos desaparecimentos em todo o mundo.
Produzido com investigação aprofundada por IA, redação baseada em fontes e correção linguística. As fontes e as incertezas acompanham o artigo.
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Grażyna Baranowska disse à Terceira Comissão da Assembleia Geral da ONU, em 20 de outubro, que o Grupo de Trabalho sobre Desaparecimentos Forçados ou Involuntários tinha transmitido 1.723 novos casos a 36 Estados no seu mais recente período de referência. Disse tratar-se do valor anual mais elevado do grupo numa década. [1]
O relatório do grupo abrange os casos de que tratou entre 3 de maio de 2025 e 8 de maio de 2026. No período de referência anterior, transmitiu 1.278 casos a 38 Estados — menos 445. Mas estes números contabilizam os casos transmitidos aos governos, incluindo alegações relativas a desaparecimentos anteriores. Não mostram quantas pessoas desapareceram em todo o mundo em qualquer desses períodos. [2] [3]
Segundo o grupo, 50.930 casos continuam em apreciação ativa, sem terem sido esclarecidos ou encerrados e sem que tenha cessado a sua apreciação. Baranowska alertou também que outros 8.000 casos aguardavam registo, análise ou tratamento, afirmando: “We are being asked to do considerably more with less.” [2] [1]
Na mesma reunião, Andrea Bolaños Vargas, relatora especial da ONU para os defensores dos direitos humanos, alertou que a criminalização era uma ameaça generalizada para quem denuncia abusos. Num inquérito que apresentou, realizado junto de 1.122 pessoas, 66% das defensoras dos direitos humanos disseram acreditar que a sua situação se tinha deteriorado; entre as defensoras dos direitos humanos LGBTIQ+, essa percentagem era de 78%. Descreveu também a vigilância, as restrições ao financiamento e a violência contra os defensores e as suas famílias. [1]
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