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Kim Yo-jong reiterou a negação de responsabilidade de Pyongyang pelas explosões de minas que feriram três soldados sul-coreanos e rejeitou o pedido de desculpas de Seul.
O que mudou? · 02/10/26, 11:40 UTC
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O ministro da Defesa sul-coreano, Kang Shin-chul, acusou a Coreia do Norte de violar o armistício da Guerra da Coreia depois de duas explosões terem ferido três soldados sul-coreanos na zona desmilitarizada (ZDM). Numa audição parlamentar, citou as conclusões preliminares dos militares e afirmou que Seul tomaria medidas correspondentes. [3]
As explosões ocorreram a 21 de setembro, na parte ocidental da ZDM, cerca de 10 metros a sul da Linha de Demarcação Militar, segundo os militares sul-coreanos. Estes classificaram dois soldados como gravemente feridos e um como ligeiramente ferido. Mais tarde, o presidente Lee Jae Myung descreveu os três como gravemente feridos. [1] [8]
Os militares afirmam ser altamente provável que as explosões tenham sido causadas por minas norte-coreanas. Citaram vestígios forenses, a ausência de registos sul-coreanos de colocação de minas na zona e vestígios de colocação de minas norte-coreanas encontrados nas proximidades em 2025. A 29 de setembro, anunciaram ter encontrado uma mina antipessoal norte-coreana de resina perto do local das explosões, durante uma investigação conjunta com o Comando das Nações Unidas. Avaliaram que essa mina era diferente daquela que os soldados disseram ter visto após as explosões. [1] [4]
Um responsável do Estado-Maior Conjunto disse ao NewsPim que ainda não era claro se as duas minas detonadas tinham sido colocadas no local onde explodiram ou se tinham sido deslocadas. O responsável também alertou contra a presunção de que os soldados sul-coreanos tivessem sido deliberadamente visados. [7]
O armistício de 1953 proíbe atos hostis dentro da ZDM, a partir dela ou contra ela. Lee pediu uma investigação exaustiva com o Comando das Nações Unidas e afirmou que quaisquer medidas necessárias seriam tomadas em função das conclusões. [2] [8]
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Kim Yo-jong, alta responsável do Partido dos Trabalhadores e irmã do líder norte-coreano Kim Jong-un, voltou a rejeitar a versão de Seul sobre as explosões de 21 de setembro, em declarações divulgadas na sexta-feira pela agência estatal norte-coreana KCNA. Disse que Pyongyang não tinha colocado minas deliberadamente na zona fronteiriça e rejeitou o pedido de desculpas da Coreia do Sul. Já tinha emitido uma negação anterior a 29 de setembro. [15] [16] [9]
Os militares sul-coreanos afirmam que as suas conclusões preliminares indicam ser altamente provável que minas norte-coreanas tenham causado as duas explosões, que feriram três soldados: dois gravemente e um ligeiramente. O Comando das Nações Unidas concluiu que houve uma violação do armistício relacionada com uma mina norte-coreana encontrada separadamente no lado sul-coreano da linha de demarcação. Essa conclusão não determinou a responsabilidade pelas explosões, que continuavam sob investigação. [1] [13] [14]
A Coreia do Sul está a analisar possíveis medidas, incluindo opções que envolvam a ONU, a tomar após a divulgação dos resultados da investigação final, disse um responsável do Ministério dos Negócios Estrangeiros à Yonhap. O ministro da Unificação, Chung Dong-young, também propôs conversações com Pyongyang para verificar a linha fronteiriça. [17] [18]