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O presidente diz que cerca de 4 mil milhões de dólares em assistência anual vão deixar de ser concedidos no final de 2026, embora o atual quadro de ajuda vigore até 2028. Não explicou como seria concretizada a mudança.
Produzido com investigação aprofundada por IA, redação baseada em fontes e correção linguística. As fontes e as incertezas acompanham o artigo.
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Trump disse numa entrevista telefónica ao programa Fox & Friends, a 3 de novembro, que os EUA ainda estavam a fornecer o dinheiro, mas que «será cortado no final do ano».
Disse que ele e o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, tinham acordado pôr fim à ajuda meses antes e que Netanyahu tinha sugerido a ideia. O gabinete de Netanyahu não comentou de imediato, noticiou a Associated Press. Em janeiro, Netanyahu tinha falado em reduzir gradualmente a ajuda militar dos EUA ao longo da década seguinte.
O atual quadro entre os EUA e Israel abrange os anos fiscais norte-americanos de 2019 a 2028. Um relatório de 2025 do Congressional Research Service afirma que o acordo previa 38 mil milhões de dólares ao longo de dez anos, sujeitos a dotações do Congresso: 33 mil milhões em subvenções para financiamento militar e 5 mil milhões para defesa antimíssil. Isso corresponde, em média, a 3,8 mil milhões de dólares por ano.
O Times of Israel descreveu o anúncio de Trump como quase certamente falso, invocando o acordo em vigor até 2028. Mas o quadro atual não é juridicamente vinculativo e não exclui, por si só, um novo plano. O Congresso pode alterar os níveis de financiamento anual, e Trump não explicou como seria aplicada a redução que propôs.
Figuras da oposição israelita pediram explicações. O antigo chefe das Forças Armadas Gadi Eisenkot instou Netanyahu a explicar o anúncio, enquanto Yair Golan alertou que pôr fim à ajuda seria um duro golpe para a segurança de Israel, noticiou a AP.
Trump disse que Israel já não precisava da assistência e apontou as críticas aos pagamentos feitas por políticos democratas, incluindo Abdul El-Sayed, candidato ao Senado pelo Michigan. No dia das eleições intercalares dos EUA, disse também que Israel poderia continuar a comprar armas norte-americanas e que os EUA ajudariam o país se fosse necessário, sem especificar em que consistiria essa ajuda.
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