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Os incêndios e as três prisões informadas pela polícia são novos detalhes do ataque que impediu o retorno de uma família palestina às suas casas na Cisjordânia.
O que mudou? · 29/09/2026, 14:09 UTC
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Uma tentativa de levar membros da família palestina Tubasi de volta às suas casas em Jalud, ao sul de Nablus, foi interrompida pela violência na noite de segunda para terça-feira. As Forças Armadas israelenses disseram que mais de 100 manifestantes violentos israelenses bloquearam estradas, queimaram pneus e atiraram pedras contra as forças de segurança. Três integrantes da Polícia de Fronteira sofreram ferimentos leves, segundo os militares. [1]
Os militares disseram que os manifestantes violentos também incendiaram edifícios, veículos e outros bens palestinos. O Al-Ghad relatou incêndios em duas casas da família e disse que ela havia entrado em uma casa antes de os soldados a obrigarem a sair novamente durante o ataque. Os militares disseram que não conseguiram concluir o retorno. [1] [5]
O Supremo Tribunal de Justiça de Israel havia determinado, em 6 de setembro, que as autoridades coordenassem o retorno dos requerentes no prazo de 14 dias, garantissem sua segurança e permitissem a entrada dos materiais necessários para reparar suas casas e a infraestrutura de serviços essenciais. O tribunal registrou que dois requerentes haviam deixado suas casas em 22 de julho. Criticou a resposta das autoridades ao deslocamento deles, mas também registrou o relato do Estado sobre operações de fiscalização e o aumento das patrulhas. [2] [7]
O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu condenou a violência, enquanto o ministro das Relações Exteriores Gideon Saar e o presidente Isaac Herzog também repudiaram os tumultos. [3] [4]
Uma investigação está em andamento. Os militares disseram que dois suspeitos foram presos e entregues à polícia; o Ynet informou três prisões. O retorno da família ainda não havia sido concluído quando os militares divulgaram sua atualização pela manhã. [1]
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A BBC informa que colonos incendiaram as duas casas da família al-Tubasi e seu carro em Jalud, ao sul de Nablus, enquanto as forças israelenses retiravam a família do local na noite de segunda-feira. A família tentava retornar em cumprimento de uma ordem da Suprema Corte de Israel. [9] [13]
A polícia israelense disse que soldados prenderam dois suspeitos durante os distúrbios e que a polícia distrital prendeu um terceiro. [10]
A família chegou a entrar brevemente em uma das casas antes de sair. Mahmoud al-Tubasi disse à BBC que os soldados protegeram sua família dos colonos que se aproximavam e a retiraram em segurança, mas criticou a resposta deles aos agressores. As Forças Armadas israelenses disseram que a violência impediu a conclusão do retorno. [9] [1]