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O Parlamento rejeitou a indicação de Siegfried Mureșan, deixando a Romênia sem um novo primeiro-ministro e aumentando a possibilidade de uma eleição antecipada.
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O Parlamento da Romênia rejeitou um terceiro candidato ao cargo de primeiro-ministro, prolongando o impasse político que se seguiu à saída dos social-democratas da coalizão governista em maio. O eurodeputado liberal Siegfried Mureșan, indicado pelo presidente Nicușor Dan após o fracasso de dois candidatos anteriores, não obteve votos suficientes, segundo uma reportagem da ANP e da AFP publicada pelo Nieuws.nl. [1]
Após três votações malsucedidas, Dan pode convocar uma eleição antecipada, segundo a reportagem. [1]
A oposição de extrema direita exigiu uma eleição, mas Dan já havia dito acreditar que uma votação prolongaria a crise. Observadores não identificados citados na reportagem esperam que ele indique um quarto candidato, possivelmente um tecnocrata. [1]
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