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Reguladores europeus de defesa do consumidor iniciaram nove investigações sobre compras dentro dos jogos, com foco em como as moedas virtuais apresentam os preços aos jogadores.
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Reguladores europeus de defesa do consumidor, incluindo a Autoridade Neerlandesa para Consumidores e Mercados, abriram nove investigações formais sobre como as empresas de jogos vendem itens dentro dos jogos. A medida ocorre após conversas com as empresas que não resultaram nas mudanças pretendidas pelos reguladores, informou a ANP em um despacho publicado pelo Nieuws.nl. Entre as empresas sob escrutínio estão as responsáveis por Candy Crush Saga, Minecraft e Clash of Clans. [1]
Os reguladores afirmam que precificar itens como melhorias e armas em moedas fictícias, em vez de euros, pode dificultar a compreensão do custo real pelos jogadores. Também estão preocupados com o fato de que a moeda virtual costuma ser vendida em quantidades que não correspondem ao preço de um item, deixando os jogadores com um saldo que pode incentivar novas compras. [1]
As investigações podem resultar em exigências de mudanças nas práticas de venda ou em multas. Nenhuma multa foi anunciada. [1]
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