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Uma pesquisa identifica apoio a partidos de extrema direita de Israel entre eleitores de primeira viagem, mas nenhum partido domina as preferências — e outra pesquisa aponta um percentual menor para a extrema direita.
Produzido com pesquisa aprofundada por IA, redação baseada em fontes e correção linguística. As fontes e as incertezas acompanham o artigo.
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Israel vota em 27 de outubro, e mais de meio milhão de pessoas poderão participar pela primeira vez de uma eleição para o Knesset. Uma pesquisa realizada em 5–6 de outubro indica que cerca de 17% dos eleitores de primeira viagem, com idades entre 18 e 22 anos, apoiam dois partidos de extrema direita. Ela também mostra como as preferências estão dispersas: nenhum partido chegou a 10%. [1] [4]
A pesquisa Dialog, encomendada pelo ynet e pelo Yedioth Ahronoth, entrevistou 543 jovens judeus e árabes. O partido Poder Judaico, de Itamar Ben-Gvir, aparece com cerca de 9%, e o Sionismo Religioso–Zehut, de Bezalel Smotrich, com cerca de 8%. Beyachad, de Naftali Bennett, e Yashar, de Gadi Eisenkot, têm cerca de 9% cada; 14% dos entrevistados ainda não haviam escolhido um partido. O percentual combinado da extrema direita se baseia nos percentuais partidários arredondados e mede intenções de voto, não votos depositados. [1]
Uma pesquisa anterior do Canal 12 apresentou um quadro diferente. Realizada entre 15–22 de setembro com 301 eleitores judeus de primeira viagem da mesma faixa etária, ela apontou 5% para o Poder Judaico e 6% para o Sionismo Religioso, ou 11% juntos. Também constatou que 74% descreviam suas opiniões como de direita ou centro-direita. Essa descrição não mede o apoio a Ben-Gvir e Smotrich. As duas pesquisas foram realizadas em momentos diferentes e consultaram populações distintas, portanto seus resultados não demonstram uma mudança entre setembro e outubro. [2]
As divisões aparecem nos relatos dos próprios jovens eleitores. Mordechai, de 20 anos, disse à BBC que Ben-Gvir lhe dava “uma sensação de segurança”. O veículo israelense Ha-Makom entrevistou oito jovens eleitores com preferências variadas; entre dois soldados ouvidos, um se inclinava a apoiar Bennett, enquanto o outro disse que votaria nos Democratas. Essas entrevistas ilustram escolhas individuais, não como o eleitorado em geral votará. [3] [5]
O tamanho do novo eleitorado torna essas escolhas importantes. O Ha-Makom, citando o centro de pesquisa do Knesset, informa que 618.839 eleitores aptos tinham menos de 18 anos na eleição anterior — cerca de 8,4% do total de eleitores aptos. Em uma pesquisa separada, realizada em maio, o Instituto Israelense para a Democracia constatou que, em cada grupo estudado, entre 80% e 95% dos entrevistados achavam que votariam ou tinham certeza de que votariam. A participação efetiva e as escolhas partidárias só ficarão claras na eleição.
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