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A Ucrânia diz que as ligações por satélite das suas forças armadas foram restabelecidas após uma interrupção das operações com drones, embora haja relatos divergentes sobre a reposição total do serviço.
Produzido com investigação aprofundada por IA, redação baseada em fontes e correção linguística. As fontes e as incertezas acompanham o artigo.
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Uma fonte do Ministério da Defesa da Ucrânia disse à Reuters na quinta-feira, 15 de outubro de 2026, que o serviço de satélite militar Starshield tinha sido totalmente restabelecido depois de restrições terem perturbado operações com drones no dia anterior. Um responsável ucraniano disse à Axios que tanto o Starshield como o serviço comercial Starlink tinham recuperado a capacidade total. [8] [7]
A situação não era uniforme. Uma fonte do Ministério da Defesa disse ao The Kyiv Independent que o Starshield estava novamente a funcionar em movimento, mas não esclareceu se todos os limites de velocidade tinham sido levantados. Uma fonte da indústria ucraniana de drones disse à publicação que o serviço continuava a variar consoante a localização. [5]
Em 14 de outubro, o conselheiro presidencial ucraniano Serhiy Beskrestnov disse que os terminais Starshield tinham sido sujeitos a restrições quando se deslocavam a mais de 100 mph (cerca de 160 km/h), sem aviso, perturbando várias missões. A Reuters noticiou que uma fonte do Ministério da Defesa tinha tido conhecimento de sistemas de orientação que perdiam a ligação a menos de metade dessa velocidade. O limite dizia respeito à velocidade a que um terminal ligado podia deslocar-se, não à rapidez com que podia transmitir dados. A Ucrânia utiliza estas ligações em drones para realizar ataques e intercetar ofensivas inimigas. [2] [4]
O diretor da SpaceX, Elon Musk, disse que o governo dos EUA controlava o Starshield e que os limites de velocidade e de utilização eram decididos pelas forças armadas dos EUA e, em última instância, pelo presidente. Distinguiu-o do Starlink, controlado pela SpaceX; responsáveis ucranianos disseram à Axios que ambos os serviços tinham sido afetados. A descrição de Musk sobre quem controla o Starshield não identificou quem impôs esta restrição específica. [6]
Beskrestnov suspeitou de uma ligação às tensões políticas com Washington. Um alto responsável norte-americano não identificado negou à Axios que a administração Trump estivesse envolvida, enquanto outros responsáveis dos EUA apontaram para uma falha técnica. A causa continua por esclarecer. A fonte do Ministério da Defesa disse ao The Kyiv Independent que os responsáveis continuavam a tentar explicar as restrições.
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