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A realeza jordana visitou famílias enlutadas após um ataque a uma igreja em Karak, onde o número de mortos subiu para nove.
O que mudou? · 26/10/26, 10:50 UTC
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Homens armados abriram fogo durante um funeral na Igreja Ortodoxa Grega de São Jorge, na província jordana de Karak, na sexta-feira, matando sete pessoas e ferindo 40, segundo o ministro da Saúde, Ibrahim Bdour. Duas das pessoas feridas estavam em estado crítico quando ele divulgou os números, mais tarde nesse dia.
O secretário-geral da ONU, António Guterres, condenou o que descreveu como um ataque terrorista durante a cerimónia em Hamoud. Numa declaração divulgada pelo seu porta-voz, apresentou condolências às famílias das vítimas e pediu que os responsáveis fossem levados perante a justiça. «Os locais de culto devem ser lugares de paz e ser seguros para todos», afirmou a declaração.
A Associated Press noticiou que imagens transmitidas pela televisão estatal jordana mostravam homens armados a aproximarem-se da igreja e a disparar. Um participante no funeral, Dorgham Halasa, disse à AP que o intenso tiroteio começou cerca de 15 minutos depois do início do funeral. Não viu os homens armados, e a AP afirmou não ter conseguido determinar de forma independente quantos atacantes havia.
As autoridades de segurança jordanas tinham inicialmente comunicado 28 feridos, depois 34, antes de Bdour indicar que eram 40. Uma declaração do governo citada pela AP descreveu os atacantes como desconhecidos e informou que estava a decorrer uma investigação. O porta-voz do governo, Mohammad Momani, atribuiu o tiroteio a uma ideologia extremista; essa explicação não identificou os atacantes.
A Jordânia declarou três dias de luto nacional, noticiou a AP, citando a agência noticiosa estatal Petra.
A rainha Rania, o príncipe herdeiro Hussein e outros membros da família real da Jordânia visitaram famílias enlutadas pelo ataque a uma igreja em Karak, quando o número de mortos subiu para nove.
No domingo, 25 de outubro, a rainha Rania visitou as famílias na Associação de Solidariedade de Hammoud, acompanhada pela princesa Rajwa e pela princesa Salma, noticiou a Petra. O príncipe herdeiro Hussein participou num funeral na aldeia de Hmoud e apresentou as suas condolências, segundo a Corte Real Hachemita. Descreveu o ataque como um «ato cobarde e traiçoeiro» e afirmou que estavam a ser utilizados recursos do Estado para localizar os responsáveis. [7] [8]
A Direção de Segurança Pública da Jordânia informou no sábado que outra pessoa ferida no ataque tinha morrido, elevando o número de mortos para nove, noticiou a Petra. O ataque ocorreu durante um funeral na Igreja Ortodoxa Grega de São Jorge, em Hmoud, Karak.
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