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Os países da UE acordaram os termos para desbloquear 6.6 mil milhões de euros associados ao apoio militar à Ucrânia. A maior parte serviria para reembolsar os Estados-membros, e ainda faltam etapas jurídicas para que os fundos possam ser libertados.
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Os Estados-membros da UE acordaram os termos para libertar 6.6 mil milhões de euros do Mecanismo Europeu de Apoio à Paz para apoio militar associado à Ucrânia, anunciou a chefe da diplomacia da UE, Kaja Kallas, em 25 de setembro de 2026. O acordo desbloquearia fundos há muito parados, sobretudo para reembolsar países pelas armas e munições doadas a Kyiv. [6] [7]
O acordo político foi alcançado numa reunião do Comité Político e de Segurança da UE, em Bruxelas, noticiou a Euronews. Ainda é necessário aprovar vários atos legislativos antes de o dinheiro poder ser libertado. [7]
A afetação anunciada por Kallas tem três componentes:
- 4.7 mil milhões de euros para reembolsar os Estados-membros; - 1 mil milhão de euros para novas aquisições conjuntas de equipamento militar; - 900 milhões de euros para a missão da UE que treina as forças armadas da Ucrânia. [6] [7]
A maior parte iria, portanto, para os governos da UE, e não diretamente para o orçamento da Ucrânia. Kallas disse que alguns países enviariam diretamente à Ucrânia as respetivas parcelas dos reembolsos, sem os identificar. [7]
A missão de treino, EUMAM Ukraine, realiza as suas atividades em território da UE. O próprio Mecanismo Europeu de Apoio à Paz é financiado fora do orçamento da UE, com contribuições nacionais calculadas com base no rendimento nacional bruto. [3] [4]
O programa estava bloqueado desde a primavera de 2023 devido a um veto húngaro, noticiou a Euronews. A ANP noticiou que a Hungria já não exercia esse veto em junho. A distribuição do financiamento continuava em discussão: em 1 de setembro, Kallas disse que os países ainda debatiam que montante seria devolvido aos Estados-membros e quanto iria para a Ucrânia.
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