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Santiago Peña foi colocado sob detenção domiciliária pouco depois de os senadores o destituírem durante uma crise política e financeira desencadeada pelo colapso do banco digital Ueno.
Produzido com investigação aprofundada por IA, redação baseada em fontes e correção linguística. As fontes e as incertezas acompanham o artigo.
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A polícia colocou Peña sob detenção domiciliária na sua residência, em Assunção, na sexta-feira, depois de o Senado ter votado a sua destituição. A EFE noticiou que os procuradores tinham ordenado a sua detenção, por suspeita de abuso de confiança. Os procuradores disseram à Reuters que as possíveis acusações ainda estavam a ser determinadas e poderiam incluir tráfico de influências.
Todos os 44 senadores presentes votaram pela destituição de Peña, depois de o considerarem culpado de mau desempenho no cargo, segundo o Senado e a EFE. O processo de destituição foi político, não uma condenação penal.
As acusações contra Peña incluíam conflitos de interesses, manipulação da supervisão regulatória e desvio de fundos de pensões. Peña, que, segundo a Reuters, tinha sido acionista da empresa holding do banco até 2025, negou qualquer irregularidade e descreveu o caso como uma questão regulatória.
Peña tinha-se oferecido para renunciar antes da votação. Os seus advogados representaram-no na audiência no Senado, depois de os senadores rejeitarem o seu pedido de mais 72 horas para preparar a defesa. Um dos seus advogados argumentou que as acusações atribuíam a Peña ações que cabiam a outras instituições.
O colapso do banco deixou alguns pensionistas e outros depositantes sem acesso ao seu dinheiro, embora a Reuters tenha noticiado que alguns titulares de contas já tinham começado a recuperar os fundos. O Ueno tinha cerca de 2,9 milhões de clientes, segundo a EFE.
Pedro Alliana, anteriormente vice-presidente, tomou posse na sexta-feira para completar o mandato presidencial, que se prolonga até 2028. Disse que ordenaria medidas imediatas para compensar os aforradores afetados.
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