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O Uganda afirma que começou a repatriar tropas da Somália e planeia retirar todas as suas forças até ao final de 2027, podendo assim pôr fim a quase duas décadas de envolvimento militar contra o al-Shabaab.
Produzido com investigação aprofundada por IA, redação baseada em fontes e correção linguística. As fontes e as incertezas acompanham o artigo.
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O porta-voz militar, coronel Chris Magezi, afirmou em 2 de novembro que o primeiro grupo de soldados destacado ao abrigo de um acordo bilateral com a Somália já tinha regressado ao Uganda. Disse que a retirada dessas tropas ficaria concluída em poucos dias.
As forças restantes, incluindo os ugandeses ao serviço da Missão de Apoio e Estabilização da União Africana na Somália (AUSSOM), deverão partir gradualmente até ao final de 2027, afirmou Magezi. Disse à Associated Press que milhares de soldados ugandeses continuavam na Somália.
O Uganda enviou tropas pela primeira vez para a Somália ao abrigo de uma missão da União Africana em 2007. As suas forças têm ajudado as tropas somalis a combater o al-Shabaab, o grupo militante ligado à al-Qaeda que continua a atacar alvos militares e civis.
A missão da União Africana alertou, numa carta, que a retirada poderia deixar partes da região do Baixo Shabelle vulneráveis a ataques do al-Shabaab, noticiou a Reuters. O ministro de Estado dos Negócios Estrangeiros da Somália, Ali Omar, disse à Reuters que a situação não era grave, mas que uma retirada repentina poderia criar problemas.
A redução das forças ocorre após o encerramento da missão política separada da ONU na Somália, em 31 de outubro. As agências da ONU continuam no país.
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