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A UE pediu também a criação de um corredor humanitário em Taiz, onde estima que estejam abrigados até 950.000 civis.
Produzido com investigação aprofundada por IA, redação baseada em fontes e correção linguística. As fontes e as incertezas acompanham o artigo.
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A União Europeia instou os Huthis do Iémen a pôr imediatamente termo a todas as ações militares, condenando a escalada do grupo no país e os ataques à Arábia Saudita.
Numa declaração emitida em 2 de novembro em nome da UE, a chefe da diplomacia europeia, Kaja Kallas, referiu os ataques ao palácio Al-Maashiq, em Áden, o cerco a Taiz e as ações militares ao longo da costa ocidental do Iémen. A UE pediu também a todos os intervenientes, incluindo o Irão, que pusessem termo ao apoio militar aos Huthis.
A UE instou os Huthis a abrirem um corredor humanitário em Taiz e a permitirem que a ajuda chegasse a quem dela precisa. Estimou que a cidade albergava entre 800.000 e 950.000 civis, incluindo pessoas deslocadas. Em todo o Iémen, afirmou, mais de 22 milhões de pessoas precisavam de assistência.
As autoridades do Governo iemenita tinham apelado a ajuda para proteger os civis e reabrir as estradas para Taiz em 28 de outubro, quando os Huthis apertaram o cerco, noticiou a Associated Press.
Em Áden, no início de outubro, testemunhas relataram pelo menos seis explosões perto do palácio utilizado pelo Governo do Iémen, reconhecido internacionalmente. Um responsável disse à AP que pelo menos duas pessoas tinham morrido e seis ficado feridas. Os Huthis reivindicaram a responsabilidade, afirmando que tinham atacado um quartel-general de operações militares ligado à Arábia Saudita.
A Arábia Saudita lidera uma coligação que combate os Huthis e apoia o Governo do Iémen. O Reino Unido anunciou planos para patrulhas aéreas defensivas sobre a Arábia Saudita contra ataques com mísseis e drones dos Huthis. Em 28 de outubro, um responsável de saúde dos Huthis afirmou que ataques aéreos liderados pela Arábia Saudita tinham matado 14 pessoas num mercado no norte do Iémen, noticiou a AP.
A UE manifestou solidariedade para com o Governo do Iémen e a Arábia Saudita e afirmou que iria aumentar o apoio ao Governo, continuando a apoiar os esforços de paz liderados pela ONU. Disse ter reforçado a ajuda humanitária de emergência em 25 milhões de euros, elevando o total para 2026 a 110 milhões de euros.
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