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As autoridades jordanas dizem que três homens ficaram feridos e foram detidos após um tiroteio numa igreja durante um funeral. O seu alegado envolvimento ainda não foi estabelecido em tribunal.
O que mudou? · 26/10/26, 07:28 UTC
Produzido com investigação aprofundada por IA, redação baseada em fontes e correção linguística. As fontes e as incertezas acompanham o artigo.
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Oito pessoas morreram depois de homens armados terem aberto fogo durante um funeral numa igreja ortodoxa grega em Karak, na Jordânia, e mais de duas dezenas continuam a receber tratamento hospitalar, segundo o ministro da Saúde do país.
O ataque ocorreu na sexta-feira, 23 de outubro. As autoridades jordanas anunciaram inicialmente sete mortos e 34 feridos. No sábado, o ministro da Saúde, Ibrahim Badour, disse que uma pessoa em estado crítico tinha morrido, elevando o número de mortos para oito. Um doente continuava em estado crítico, acrescentou.
A agência noticiosa estatal da Jordânia, Petra, noticiou que o procurador-geral de Amã, Hassan Al-Abdallat, tinha ordenado aos meios de comunicação e às plataformas de redes sociais que não publicassem informações sobre o caso ou a investigação, incluindo fotografias e vídeos. A ordem também restringe a publicação de informações sobre a própria proibição, ficando os meios de comunicação governamentais isentos.
As notícias mais recentes não permitem determinar se os homens armados foram detidos.
As forças de segurança jordanas dizem que detiveram três homens na segunda-feira, por suspeita de ligação ao tiroteio de sexta-feira numa igreja ortodoxa grega durante um funeral na aldeia de Hmoud, na governadoria de Karak. A Direção de Segurança Pública diz que o ataque matou nove pessoas. [4] [8]
Segundo a direção, os agentes localizaram os homens numa casa abandonada, onde estes abriram fogo depois de lhes ter sido ordenado que se rendessem. As forças de segurança responderam ao fogo, ferindo os três homens antes de os deter. A direção disse que foram encontradas armas de fogo e munições na casa e que nenhum agente ficou ferido. [4]
O ministro do Interior, Mazen al-Faraya, descreveu os detidos como os assassinos numa declaração noticiada pela agência noticiosa estatal Petra. A detenção não estabelece qual foi o papel deles no tiroteio. [6]
A direção disse no sábado que uma pessoa ferida no ataque tinha morrido, elevando o número de mortos que divulgara de oito para nove. Uma notícia da Al Jazeera e da Reuters publicada na segunda-feira ainda referia oito mortos, atribuindo esse número ao Ministério da Saúde da Jordânia, sem indicar quando tinha sido registado.
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A Petra noticiou que um procurador impôs na sexta-feira uma proibição de publicação de informações sobre o caso e a investigação, isentando os meios de comunicação oficiais do governo. [10]