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Os controlos temporários nas fronteiras internas terminam em 30 de setembro de 2026, mas a vigilância mantém-se. A partir de 1 de outubro, um quadro alargado de vigilância móvel deverá permitir controlos numa área maior, com a mesma capacidade da Koninklijke Marechaussee.
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A partir de 1 de outubro de 2026, o Governo substituirá os controlos temporários nas fronteiras internas por vigilância ao abrigo do quadro alargado de Vigilância Móvel de Segurança (MTV). Van den Brink, titular da pasta do Asilo e da Migração, anunciou a medida em 24 de setembro. Os controlos temporários, introduzidos no final de 2024, terminam em 30 de setembro. A vigilância propriamente dita não será, portanto, interrompida. [1]
Segundo o Governo, continuará disponível a mesma capacidade da Koninklijke Marechaussee para a vigilância. O anúncio não indica qual é essa capacidade nem quantos controlos serão efetivamente realizados daqui em diante.
Ao abrigo do MTV renovado, os controlos poderão realizar-se, segundo o Governo, numa área mais vasta em torno das fronteiras com a Bélgica e a Alemanha. A Marechaussee deverá determinar onde e quando controla e que veículos seleciona, com base em informações e riscos. A notícia não especifica os limites exatos dessa área alargada. [1]
Os limites dos controlos também vão mudar. Os números máximos de aviões e comboios sujeitos a controlo serão substituídos por percentagens. Nas estradas e vias navegáveis da região fronteiriça, aumentará o número máximo de horas de controlo permitidas. O Governo não revelou neste anúncio quais serão as percentagens e os limites horários. [1]
Van den Brink apresenta a vigilância alargada como um instrumento de combate à migração ilegal e à criminalidade transfronteiriça, incluindo o tráfico ilícito de migrantes. Segundo o Governo, horários e locais de controlo mais flexíveis deverão dificultar a previsão e a evasão dos controlos por parte das redes de tráfico ilícito de migrantes. Trata-se de um efeito esperado, não de um resultado comprovado da nova abordagem. [1]
Nem todo o trânsito que entra nos Países Baixos vindo da Bélgica ou da Alemanha é controlado. Segundo o Governo, o princípio continua a ser causar o mínimo de incómodo possível ao tráfego fronteiriço habitual. [1]
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