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Lavrov referiu campanhas por referendos ao falar do futuro do Reino Unido, mas os planos políticos e as questões constitucionais diferem no País de Gales, na Escócia e na Irlanda do Norte.
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O ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Sergey Lavrov, questionou o futuro do Reino Unido em declarações feitas numa conferência de jovens, noticiadas pela BBC Wales em 28 de setembro. Citando o The Times, a BBC disse que ele apontou o País de Gales, a Escócia e a Irlanda como locais onde se procura realizar referendos. Lavrov também criticou a dimensão reduzida do Império Britânico, mas disse que a Rússia não defendia a expulsão de qualquer membro permanente do Conselho de Segurança da ONU. [1]
As três questões constitucionais são distintas. Os líderes do Plaid Cymru, do SNP e do Sinn Féin assinaram um acordo de cooperação em Cardiff, a 14 de setembro, na qualidade de líderes partidários, e não de representantes dos governos. O acordo reconhece que cada nação determinará o seu futuro segundo o seu próprio calendário. [3] [4]
O Governo galês tenciona pedir o controlo do calendário e das condições de um referendo sobre a independência, embora o primeiro-ministro do País de Gales, Rhun ap Iorwerth, não tenha indicado qualquer calendário. O Governo escocês publicou um projeto de lei sobre um referendo à independência, que, segundo afirma, seria apresentado assim que fossem obtidos os poderes necessários. [5] [1] [6]
Na Irlanda do Norte, a questão é saber se permanece no Reino Unido ou se passa a fazer parte de uma Irlanda unida, sujeita aos princípios de consentimento do Acordo de Sexta-Feira Santa de 1998. Em resposta às declarações de Lavrov, o Plaid Cymru afirmou que cabia ao povo do País de Gales, e não ao Kremlin, decidir o futuro do país. O ministro escocês dos Assuntos Externos, Stephen Gethins, defendeu o direito dos escoceses de decidirem o seu futuro e manifestou apoio ao direito da Ucrânia de fazer o mesmo. [8] [1]
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