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Santiago Peña foi detido depois de os senadores votarem a sua destituição, na sequência de uma crise desencadeada pelo colapso do banco. O vice-presidente Pedro Alliana assumiu o cargo.
Produzido com investigação aprofundada por IA, redação baseada em fontes e correção linguística. As fontes e as incertezas acompanham o artigo.
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O Senado do Paraguai destituiu o presidente Santiago Peña na sexta-feira, depois de o considerar culpado de má conduta num julgamento político relacionado com o colapso do Ueno Bank. Foi detido pouco depois e colocado em prisão domiciliária.
Todos os 44 senadores presentes votaram a favor da sua destituição. A decisão do Senado dizia respeito à sua conduta no exercício do cargo; não se tratou de uma condenação criminal.
Peña tinha-se oferecido para renunciar na quinta-feira, mas o Congresso não votou a renúncia por falta de quórum, noticiou a agência EFE. A destituição significa que perde o lugar vitalício no Senado e a imunidade que teria recebido enquanto antigo presidente.
Os legisladores acusaram Peña de usar a sua influência para encaminhar fundos públicos para o Ueno, enquanto os reguladores ignoravam empréstimos de risco, segundo a Associated Press. Peña, que deteve ações da empresa-mãe do banco até ao ano passado, negou ter cometido irregularidades. O seu advogado, Ricardo Preda, argumentou que algumas das questões atribuídas a Peña eram da responsabilidade de instituições fora do seu controlo.
O vice-presidente Pedro Alliana tomou posse como presidente após a votação. Prometeu que as pessoas afetadas pelo colapso do banco seriam integralmente indemnizadas.
O colapso deixou os clientes sem acesso às suas poupanças e provocou protestos na capital, Assunção. A Associated Press noticiou que alguns depositantes tinham começado a recuperar o seu dinheiro.
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